Falo pela primeira vez sobre o artista britânico Alex Chinneck, nascido em 1984. É membro da Royal Society of Sculptors, instituição de honra de artistas do Reino Unido. O artista é famoso por suas obras públicas temporárias. Os textos e análises semióticas a seguir são inteiramente meus. Boa leitura!
Acima, Tome minha iluminação, mas não roube o meu trovão. Um rompante, uma interrupção, como num casamento rompido, em inimizades, no modo como eu mesmo tive que romper com um certo sociopata, uma pessoa a qual, definitivamente, não faz falta em minha vida, e espero que esta seja a única inimizade que terei que ter em vida, pois o restante das pessoas das quais não gosto, eu perdoo, como uma certa senhora, a qual foi deselegante comigo, muito deselegante, uma pessoa a qual resolvi perdoar, fazendo do perdão o caminho natural da Eternidade, pois as desavenças nunca são eternas, como num atrito forte que tive com um certo senhor, e este senhor eu, irmãos, seremos grandes amigos, uma pessoa que quero reencontrar metafisicamente, e aquele sociopata do qual falei, passará por muitas vidas, crescerá e tornar-se-á um grande espírito de luz, fazendo da depuração moral o sentido da Vida, numa Vida que vai fazendo de nós pessoas melhores – você não é muito melhor do que era antigamente? Eu sou – ninguém está no Mundo à toa. Aqui é como num envelhecimento, numa passagem de tempo, numa erosão natural e inevitável como nos milênios de erosão das pirâmides do Egito, um vulto do que eram na época de auge de tal império, nas vaidades humanas que vão ascendendo e descendendo, permanecendo a humildade de Jesus, pobre, maravilhoso, na simplicidade de uma manjedoura, no poder da simplicidade, a qual é o mais elevado grau de sofisticação, no caminho minimalista da limpeza simples, na recomendação taoista, quando não devemos sentir vergonha de sermos preguiçosos: Quando você precisa tomar algum tipo de ação, faça só o que é necessário, como me disse uma artista plástica, a qual respeito profundamente: “Sou preguiçosa!”. Aqui é como um papel rasgado, num professor reprovando o aluno, em professores que tanto nos fazem crescer, como certa vez uma senhora professora de Filosofia, dura, muito dura, mas maravilhosa, a qual me fez compreender muito bem o legado de Santo Agostinho – somos todos prisioneiros aqui na Terra, e a diferença reside no que decidimos fazer de nossos dias de cárcere, remetendo ao miserável morador de Rua, num forte desejo de fugir da luta pela Vida, disposto a dormir numa calçada fria, suja e úmida, tal o desejo de fugir da luta. Aqui é como uma censura, na vida difícil do artista brasileiro nos anos de chumbo, na frustração de ser vetado, como numa canção de Leo Jaime, citando humoristicamente uma mulher chamada Solange, responsável esta pela censura cultural na época, na suma inteligência de um icônico Chico Buarque, fazendo um jogo de letras musical entre “cálice” e “cale-se”, na figura do pai duro e frio citado na canção, dizendo “Pai, afasta de mim este cálice!”, em menção ao militar em suas rígidas hierarquias, exigindo discrição e inteligência para despistar os censores, no modo como a geração dos meus pais saiu azarada, vivendo tais tempos de chumbo, no ardor do jovem em se expressar, como Elis Regina, a qual aprendeu que, em tal época, nem fora do Brasil podia-se falar mal do governo, nem em Tóquio, pois a embaixada do Brasil no Japão mandaria as palavras de Elis para Brasília! Aqui é como na moda atual dos jeans rasgados, joviais, nas vogues que vêm e vão, numa imperfeição, naquela roupa da qual gostamos tanto. Aqui é como um maltrapilho na Rua pedindo esmola, a qual só atrapalha, incentivando a pessoa a permanecer em situação de Rua. Aqui é como uma enchente passando e destruindo, em tragédias hídricas como no RS, sensibilizando a atriz Cate Blanchett, a qual se deu ao nobre trabalho de pegar um avião até Porto Alegre para ter uma audiência com o governador Leite, o homem altivo que se assumiu gay publicamente, cometendo a façanha de ser o primeiro governador gaúcho a ser reeleito! Aqui é como os precários arredores do Mercado Municipal da cidade de São Paulo, nem o terceiro, mas o quarto mundo, nos abismos sociais brasileiros, numa urbe que junta alfa e ômega, numa volumosa população moradora de Rua, pessoas invisíveis para a sociedade de consumo. Aqui é um desgaste pela passagem de tempo, como rugas e sinais de expressão nas faces, o “pavor” da mulher vaidosa, recorrendo a “tudo” para se manter com uma aparência a mais jovem possível.
Acima, Uma bala de uma estrela cadente. Aqui é como um vestígio depois de uma inclemente enchente, em rastros de destruição, em pessoas já pobres, que ficaram ainda mais pobres, perdendo tudo, em ações humanitárias ao redor do Mundo, como médicos em missões na África, atendendo populações tão miseráveis, assim como dizem que é a Coreia do Norte, um país miserável, com um insensível ditador, que investe tudo em armistício, ao contrário dos ventos de liberdade da vizinha do Sul, em manifestações festivas e coloridas como o kpop, ao contrário na do norte, na qual blogueiros não são bem vindos, no medo que um ditador tem da liberdade de expressão, em países como a China, em manifestações artísticas moldadas pela inflexível ideologia, num artista que tem que seguir padrões tradicionais, sem ousar novas coisas – é um horror. É como na maravilhosa transgressão do Modernismo Brasileiro, “sepultando” a arte acadêmica, como já ouvi dizer: Uma sociedade só pode evoluir por causa da transgressão de alguns de seus cidadãos. Aqui é algo de ponta a cabeça, como me disse uma psicóloga, dizendo que ser homossexual é “transitar na contramão”, num espírito que tem que ter muita coragem para topar reencarnar como homossexual num mundo heterocentrado como o nosso, com tudo girando em torno da união homem & mulher. Aqui é a ironia de Tao, pois o homem de Tao conquista tudinho e ninguém percebe, como Gisele, ditando há mais de década paradigma capilar, com mulheres nos quatro cantos do globo imitando os cabelos ondulados da deusa gaúcha, numa Gisele que conquistou tudo, e ninguém percebe, subestimando Gisele, e é exatamente o mais subestimado aquele que reina, sendo o subestimado exatamente o nervo da questão, como não canso de dizer que Gisele não é estrela; é mais; é monstro sacrossanto. Aqui são cabos de eletricidade, alimentando uma urbe, em demandas de cidades como São Paulo, a qual já passou por uma séria crise hídrica, em desafios a prefeitos de urbes tão grandes, como na demanda de água na cidade de Salvador, no hábito do baiano de se banhar duas vezes por dia, num baiano limpíssimo, gozando de temperaturas de calor ameno em tal urbe tropical, muito longe dos inclementes verões de Porto Alegre, no divertido apelidinho: Forno Alegre! Aqui é algo sendo fincado, como uma pessoa se estabelecendo na Vida, com dois exemplos – um homem grande, o Bom, e um homem comum, o Mau, em nomes fictícios aqui: Na adolescência de ambos, quando eram colegas de Ensino médio, o Mau maltratava desnecessariamente o Bom, e este se tornou, hoje na meia idade, uma pessoa importante e respeitada; o Mau, que achava que se tornaria o maior popstar de todos os tempos, acabou como homem comum e pequeno, e a Vida não nos ensina duras lições de humildade? Não são gostosas essas “vingancinhas”? Aqui é um ego tombando, na arrogância que precede a queda, pois quem é humilde não toma no cu, com o perdão do termo chulo. Aqui é um esforço para se erguer um prédio, no trabalho de força e virilidade, como empresários no ramo de construção civil, num trabalho paciente, de “formiguinha”, num processo de construção que consome anos de labor, como um certo senhor, um homem respeitado, elegante, honesto, competente, que faz prédios de boa qualidade, patriarca de uma família a qual muito respeito. Aqui é um esforço de diferenciação, numa pessoa que quer fugir de óbvias mediocridades, na iluminação de um Niemeyer concebendo Brasília, como no grande intelectual gaúcho Tatata Pimentel, in memoriam, um professor duro, que respeitava a inteligência somente de alunos raros e excepcionais, sendo TP esses intelectuais de descomunal peso mental. Aqui é como um buraco sendo cavado, na terra desvirginada para se plantar, no trabalho árduo do colono italiano no RS, lavrando de Sol a Sol terras virgens, no caminho do labor intenso e dedicado.
Acima, Uma libra de carne por 50 libras. Aqui é algo derretendo, numa verdade que vai se revelando gradualmente, num processo cognitivo, num nascer de Sol, na revelação solar de que somos todos irmãos, apesar do Ser Humano, em sua típica crueldade, não perceber isso, como me disse um certo professor filósofo aposentado, nas crueldades bélicas, como enterrar pessoas vivas, algo que não se faz nem com um cachorro, um professor inteligentíssimo, numa mente que brilha, um homem que sempre tem algo interessante e válido para dizer, ao contrário da pessoa vazia, a qual se revela desinteressante, mesmo habitando um corpo de deus, nessas pessoas as quais só PARECEM ser deuses, não o sendo, pois o sexy reside na mente. Esta fachada foi agredida e vandalizada, na figura do vândalo, uma pessoa que odeia a vida em sociedade, querendo destruir esta, remetendo a cidades tão bem cuidadas como Garibaldi, RS, sem um único foco de pichação, como dizia certa vez um senhor portoalegrense, chamando a atenção para o fato da capital gaúcha ser vítima crônica de tais agressões visuais, nas palavras sábias de Obama, este, sim, um grande homem: “Você será lembrado pelo que construiu; não pelo que destruiu!”, nesses homens grandes como o eterno e imortal Papa Francisco, numa intenção nobre de unir as pessoas, na humildade de dizer: “Quem sou eu para criticar as pessoas?”, em contraste com outros homens, os quais acham que a desunião é melhor. Aqui é um cenário de abandono, ou algo feito com uma tinta ruim, que não serve para algo de bom, remetendo a dois homens – o de bem e o nem tão de bem: O homem de bem se esforça para fazer as coisas bem feitas, merecendo sucesso e respeito; o nem tão de bem se revela um homem sem palavra, uma pessoa de pouco apuro moral, psicologicamente “míope”, como um certo senhor, o qual mentiu para mim, e quem tem pouco apuro moral, não tem paz, e a Vida sem paz é um inferno astral total, ou seja, este certo senhor é uma pessoa que sofre cada dia de sua vida – valeu a pena mentir assim para os outros? O que o senhor ganha com isso? Felicidade? Creio que não, meu senhor. Aprenda a ser um homem de bem e de palavra, a qual vale mais do que dinheiro. Aqui é como uma hera que vai aos poucos tomando conta, em discretos passinhos de bebê, indo lentamente, até chegar a um ponto de evidência total, como no programa televisivo Roda a Roda, do SBT, com as palavras tendo que ser adivinhadas, até chegar ao ponto claro de revelação. Aqui é como chocolate derretendo, como nas belas chocolaterias gramadenses, naquele perfume de cacau pairando no ar, mas uma cidade cara, na qual só vamos nos divertir se tivermos dinheiro, como por exemplo no caro ingresso para um certo parque temático, numa cidade de especulação imobiliária intensa, na supervalorização dos espaços comerciais, num empreendedor que tem que colocar o preço lá em cima para poder pagar o caro aluguel, talvez uma cidade não tão cara para pessoas do eixo Rio-São Paulo, cidades com alto custo de vida, mas uma Gramado cara para mim, pois não moro em tal eixo. Aqui é um trabalho paciente de esperar o cabelo crescer, como uma coleguinha que tive no Ensino Fundamental, cuja mãe a obrigava a ter o cabelo bem curtinho, uma menina que sonhava em ter cabelos longos como os de suas coleguinhas, no modo como, no Plano Superior, temos os cabelos exatamente do jeitinho que queremos, fazendo da Dimensão Material tal lugar de ilusões, na ilusão de que uma pessoa obesa não pode ser bela, como uma certa senhora já desencarnada, a qual, lá em cima, está linda como no dia de seu casamento, na vitória da beleza! Aqui é como no paciente trabalho de rentista, esperando tempo passar para receber seu dinheiro, numa vida vazia e desinteressante, pois no Plano Superior impera plena a noção de que labor não pode faltar, em consonância com as palavras sábias e sóbrias de Leo DiCaprio, um artista de tal carisma, ao contrário de outro certo senhor oscarizado, sem muito carisma, como no contraste entre Luciano Pavarotti e Plácido Domingo, com a mesma excelência vocal, mas num LP com muito mais carisma.
Acima, Uma semana de joelhos. Aqui é a teoria científica de se fazer uma dobra no espaço tempo para acelerar as viagens cósmicas, visto que a velocidade da luz, apesar de parecer ser tão veloz, é extremamente lenta em termos cósmicos – a estrela mais perto do nosso sistema solar exige que viajemos quatro anos na velocidade da luz, numa grandiosidade incrível, no termo islâmico de que Alá é grande. Aqui é uma flexibilidade, como uma pessoa sábia, flexível, que negocia pela paz, na questão taoista de que “curva-te e reinarás”, como recentemente na carreira da cantora Anitta, fazendo uma homenagem a Carmen Miranda, ou seja, uma Anita se curvando perante tal mito sacrossanto, remetendo a uma certa cantora que não é muito bem sucedida, à qual, no início da carreira, foi sugerido que ela fizesse uma homenagem a Madonna, mas uma sugestão que não foi ouvida, no boom de Madonna quando esta se curvou perante Marilyn Monroe, na fraqueza que se revela força, como na poderosa imagem do Calvário de Jesus, fraquíssimo, agredido, vulnerável, numa imagem de tamanha força, cruzando milênios incólume, mas num Ser Humano sempre se confundindo, achando que o grosso é melhor do que o fino, remetendo a um certo senhor, um grosso de marca maior, nessas fomes napoleônicas por poder, sempre poder, na metáfora do Anel do Poder, num Ser Humano eternamente seduzido pelo poder, como um certo ditador, proibindo eleições democráticas em seu país, como outro certo senhor, um ditador disfarçado de homem bom e honesto, no poder pelo poder, e não no uso do poder a favor do cidadão, o qual sente quando seu líder está afastado de tal povo, numa deposição como na Revolução Francesa, num rompimento com o tradicional, em contraste com a Inglaterra, até hoje honrando tal tradição monárquica milenar, no escândalo mundial que foi o assassinato da família imperial russa, quando um rei tem que ser um homem simples, tomando o mesmo tipo de café de seu súditos, num caminho de simplicidade, a qual a pessoa tem que aprender de forma autodidata – não há livro ou faculdade que nos ensine a viver em paz e simplicidade. Aqui é na sensualidade curvilínea de uma minhoca ou serpente, na figura malévola da serpente no Éden, na imagem maldita de Eva, a qual trouxe à ruína o perfeito Adão, a obra prima de Deus, no modo como as próprias mulheres podem ser machistas e misóginas, como no drama A Letra Escarlate, no qual parte de uma mulher a ideia de punir moralmente outra mulher da comunidade, nas palavras de uma certa postar feminista e libertária: “Muitas mulheres gostariam que eu me calasse a boca e fosse embora!”, no modo como o próprio homossexual pode ser homofóbico, contentando-se com uma degradante e miserável vida de submundo. Aqui são como os relógios derretidos de Salvador Dalí, na relatividade do tempo, na ideia de Einstein de que espaço e tempo podem ser flexibilizados, como numa certa ficção científica, na qual pessoas que foram para o espaço, longe da gravidade terrena, não envelheceram com o passar dos anos, nesse “pavor” que muitas pessoas têm de tal envelhecimento, como em pessoas famosas da arte e da política, envelhecendo publicamente, num destino e numa inevitabilidade, como no ator Bruno Gagliasso, um homem jovem, na flor da idade e no auge da virilidade, com os cabelos completamente brancos, remetendo à primorosa comédia em que existia uma poção que conferia juventude eterna à pessoa, numa frivolidade, no modo como ninguém está no Mundo para sempre, no glorioso destino que nos aguarda, que é a vida de desencarnado, livre de todo e qualquer problema relacionado ao corpo carnal. Essa ondulação é o prazer da preguicinha, o pecadinho capital que tantas maravilhosas invenções trouxe: Por que me “matar” lavando roupas a mão se posso fazê-lo confortavelmente numa máquina apropriada? Aqui é como a flexibilidade da humildade, curvatura nos protege de sermos alvejados.
Acima, Vejo você depois, jacaré. Aqui é uma abertura, ou reabertura, como na reabertura política no Brasil após os anos de chumbo, com as pessoas voltando do exílio ao arrebatador som de O Bêbado e a Equilibrista, o maior hino de toda a história da MPB, nesses mitos sacrossantos, numa Elis que morreu tão jovem, tudo por causa das drogas, em mortes prematuras como a de Cássia Eller, ou como no ator americano River Phoenix, tão jovem e belo, com toda uma vida e carreira pela frente, e as drogas não são uma merda, com o perdão do termo chulo? Aqui é algo revelado, como na personagem Ana do Véu, vivida por Patricia Pillar, esta deusa com a qual tive o privilégio de atuar, numa Ana que tirou seu véu e revelou-se ao Brasil, numa estrela nascendo, nessas revelações, numa Pillar a qual respeito, a qual veio do nada e tornou-se tudo o que se tornou, sem ter um papai poderoso ou uma mamãe poderosa par abrir portas na indústria, nessas pessoa que começaram tão por baixo, como Barbra, esse monstro sacrossanto que começou como uma humilde lanterninha na Broadway – é impressionante! O desenho de formas no contorno do círculo é como na grife de luxo Versace, remetendo à Antiguidade Clássica, em desenhos de deuses gregos, num classicismo que tanto vibrou na Renascença, numa época de sopros de frescor e renovação na Europa, a qual vinha de um contexto gótico, de puro apelo religioso, numa grife poderosa e cara, como ouvi certa vez as divertidas palavras: “Não permita que um bando de homossexuais italianos lhe diga como um homem tem que se vestir!”, como já ouvi dizer que o Mundo da Moda é de um brilho superficial, em pessoas para as quais roupas são extremamente importantes, como um certo padre condescendente, o qual se vestia com roupas caras e luxuosas, pregando o “dar aos pobres”, mas um padre o qual nunca de fato deu aos pobres, remetendo às palavras divertidas desse comunicador cômico que é Faustão: “Você acha que quem dá aos pobres tem que pagar a camisinha?”, na sabedoria popular de que rir é o melhor remédio. Aqui é como um novo dia nascendo, na poderosa imagem de Eos, a deusa grega da aurora, bela, avassaladora, num grego antigo que não entendia que a aurora é a primeira nesga de nascimento do Sol, num Ser Humano que achava que o dia começava só a partir do momento em que podíamos observar o disco solar no horizonte, na revolução científica de descobrir a gravidade e saber que o Mundo é redondo, num Galileu tão perseguido e punido pela Igreja, a qual no passado queimava pessoas vivas em fogueiras, no eterno lema patético do Ser Humano: Quanto mais cruel, melhor. Aqui é na provocação de um striptease, como moças em palcos tirando a roupa, remetendo ao divertido caso que conheci, numa moça que levava vida dupla: De dia, uma pacata estudante universitária; de noite, uma stripper numa casa de shows da cidade, como aqueles homens que levam vida dupla, com duas famílias, numa vida que nos ensina que sejamos unos e íntegros. Aqui é na criança rasgando avidamente um pacote de presente, na magia de noites de Natal, algo impossível para crianças paupérrimas, num espírito corajoso, que resolveu reencarnar numa vida tão dura e miserável, para, assim, em tamanha dureza, crescer muito como espírito, pois se tornar uma pessoa melhor é o sentido da Vida, num caminho de depuração moral. Aqui é a revolução do zíper, mais fácil do que calças antigas com vários botões para fechar a abrir, no modo como a praticidade sempre acaba falando mais alto, na facilidade, como dois modos de se acondicionar vinho: A tradicional e complexa rolha de cortiça e a inovadora tampa rosca, esta fácil como abrir uma garrafa pet de refrigerante, aqui havendo de novo a importância da preguiça em atalhos práticos e fáceis. Aqui é como um eclipse, no modo do antigo Homo Sapiens em ver divindades em tal fenômeno natural, achando que um dragão mágico engolia a Lua, na revolução científica de se ver o Mundo de forma fria e lógica, numa infindável fome por conhecimento, enviando sondas pelo nosso misterioso sistema solar.
Acima, Venha e coloque-se junto. Aqui é como uma desafiadora onda para um surfista, num desafio, no tesão de se pegar onda, remetendo a uma certa pessoa, deprimida, desmotivada, perdendo o tesão pela Vida, uma pessoa para a qual inteligência e sofisticação não faltam, mas uma pessoa que carece de força, de Yang, de espírito de guerreiro, na figura de Marte, o deus da guerra, num Deus que quer nos ver lutando pela Vida, ao contrário de morador de Rua, fugindo de tal desafio, ao ponto de não se importar de levar a vida degradante de morador de Rua, dormindo em calçadas duras, sujas e frias – é um horror. É uma falta de autoestima, como esperar o sinal auspicioso de um belo príncipe num cavalo branco, ao ponto da pessoa projetar em outrem seu próprio Yang, um erro o qual eu mesmo cometi, até aprender que a Vida é agora, e que o tempo está passando, exigindo que tenhamos uma vida nobre e produtiva. Aqui é uma inversão, no modo como a morte de Elis virou o Brasil de cabeça para baixo, em comoções fúnebres como a de Diana, assombrando o Mundo, numa rainha Elizabeth que teve que voltar atrás e reconhecer Diana como tal figura poderosa, curvando-se publicamente ao carro fúnebre da célebre princesa, a qual brilhou num país no qual o máximo que se pode ser é realeza, numa Diana que correu o risco de perder tudo a se divorciar de um príncipe aparentemente saído de páginas de contos de fadas. Aqui imaginamos como foi difícil, duro e complexo erguer tal obra, com maquinário necessário, sem falar no esforço para se fixar o carro ao bloco de asfalto, nesses labores incríveis, de pessoas dedicadas, sem medo de arregaçar as mangas e trabalhar, como me ensinou uma certa publicitária: As coisas não caem do céu, e que temos que ralar para que a Vida mostre resultados, nas palavras de um certo pregador certa vez em Porto Alegre: “Deus ajuda, mas a pessoa tem que ter vontade!”, num Deus que escreve certo por linhas tortas, na ironia de que as coisas nunca acontecem direitinho como imaginávamos! Aqui remete a um brutal acidente de carro que sofri com minha família anos atrás, no qual só sobrevivemos por causa dos cintos de segurança, remetendo a épocas em que tal acessório não era obrigatório, com tantas mortes que poderiam ter sido evitadas, num acidente no qual obtivemos a ajuda de boas almas, de pessoas generosas e prestativas, e pessoas más servem exatamente para saber quando nos deparamos com pessoas boas, como pessoas gentis dirigindo, respeitando, por exemplo, a norma da faixa de segurança para o pedestre. Aqui é como deitar de cabeça para baixo e observar o céu estrelado, para vermos que em cima ou abaixo são relativos, e que uma imensidão cósmica nos cerca, sem norte ou sul, sem ontem ou hoje, longe do modo humano de organizar tempo e espaço, como dar nomes para cidades, países, regiões, vales, rios etc., como mapear Marte em sua vastidão árida e gélida, tão hostil ao Ser Humano. Aqui é como em brinquedos em parques de diversões, nas montanhas russas nos excitando, num frio na barriga, que é temer um acidente, remetendo ao deslumbrante complexo de parques temáticos em Orlando, EUA, um lugar onde nos tornamos crianças novamente, numa experiência tão emocionante, como num brinquedo simulador de Star Wars, genial, no qual nos sentimos dentro do filme, desembocando direto numa loja de produtos da franquia, nesse marketing esperto, americano, numa compra por impulso, comprando coisas que não compraríamos de cabeça fria. Aqui é ironia de que o Japão, em relação a nós, no Brasil, está de cabeça para baixo, quando um hemisfério tem verão e no outro o oposto, em Tao tal piadista, no poder do riso e da sátira, num Ser Humano rindo de si mesmo, numa comicidade arraigada no Senso Comum, o qual sempre existiu no Homem, em palhaços primorosos como Jim Carey, fazendo palhaçadas estando ou não pago por tal, como sair de um restaurante de mãos dadas com o roqueiro Steven Tyler, como um casal gay, na sabedoria popular de que rir é o melhor remédio. Aqui temos um ponto de retorno, como voltar atrás de uma decisão.
Referências bibliográficas:
Alex Chinneck. Disponível em: <www.en.wikipedia.org>. Acesso em: 15 jul. 2026.
Home. Disponível em: <www.alexchinneck.com>. Acesso em: 15 jul. 2026.










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