Falo pela sexta vez sobre artista plástica brasileira Ana Karina Luna. Os textos e análises semióticas a seguir são inteiramente meus. Boa leitura!
Acima, Sufejan. Aqui são como franjas, num talento de cabeleireiro, nas mãos que transformam. Aqui é como um espanador ou uma vassoura, remetendo a uma certa senhora, disciplinada, a qual varre diariamente seu apartamento, e a única coisa que pode organizar nossas vidas é a disciplina, remetendo a uma rígida professora de balé, ultradisciplinada, exigente, séria, exigindo o máximo dos alunos, pois um professor bom é um professor exigente, que faz o aluno crescer, dando uns “puxões de orelha” quando necessário. Já, outros professores são medíocres e desinteressantes, pessoas sem talento ou brilho, dando-nos a impressão de que a mensalidade sai cara demais, como naqueles filmes medíocres, dando-nos a impressão, ao sair da sala de cinema, que perdemos duas horas de nossas vidas, nessas bombas merecedoras do deboche que é a Framboesa de Ouro, debochando de quem está por baixo, como Tom Hanks, vencedor de dois Oscars consecutivos, e, há alguns anos, estava na Framboesa, fazendo do sucesso tal amante infiel – hoje, está comigo; amanhã, não se sabe! É a natureza líquida da Vida, com ondas de altos e baixos, como em uma faculdade, com matérias das quais não gostamos muito, mas tem que cursar, pois faz parte do currículo, gerando alunos descontentes com o curso, desiludidos, como um certo senhor, o qual, a vida inteira, foi pressionado para fazer Medicina, um senhor que fez esta coisa maravilhosa que é mandar o Mundo à merda, com o perdão do termo chulo, e resolver adquirir o controle sobre sua própria vida – se Fulaninho não aprova minha vida, Fulaninho que se exploda! Que vida é esta na qual somos prisioneiros das expectativas dos outros? É como uma pessoa que se viu forçada a desposar alguém do sexo oposto, no caminho da infelicidade, remetendo a uma grande amiga minha, a qual casou bem, pois casou com alguém que a fazia feliz, no caminho da felicidade, remetendo a pessoa que contraíram casamentos infelizes, em separações complicadas e litigiosas. Aqui é uma rica alegoria de carnaval, na magia do carnaval veneziano, com suas fantasias, como numa cena de baile de máscaras do filme cult Labirinto, um primor de produção, mesmo que, de início, em 1986, quando foi lançado, tenha dado prejuízo ao estúdio, fracassando nas bilheterias, “ressuscitando” depois e tornando-se cult, numa espécie de “vingancinha”, como no reconhecimento póstumo de Van Gogh, morrendo frustrado e miserável, observando, lá de cima, seu próprio sucesso póstumo, provavelmente dando gargalhadas! Aqui são como exóticas palmeiras tropicais, como nas sedutoras palmeiras de Los Angeles, exóticas, sexy, na terra do sucesso e do fracasso, fazendo, repito, do sucesso um amante infiel. Aqui são como pontos de campo magnético, como no campo magnético da Terra, protegendo esta de raios solares nocivos, fazendo da Terra tal cenário propício à Vida, numa esfera tão única, tão rica, remetendo a um certo filme, no qual alienígenas buscam extinguir a Humanidade para salvar o planeta, remetendo ao intenso engajamento ambiental de Leo DiCaprio, em recente audiência com o presidente Lula, num Leo que só dirige carros elétricos, num posicionamento político, repreendendo o gasto desnecessário de energia, na finitude dos recursos naturais, como esgoto sendo tratado para ser colocado em arroios, nas vicissitudes da vida material, do Plano Material, muito longe da limpeza suprema do Plano Superior, fazendo com que hábitos terrenos de higiene e limpeza girem em torno de tal plenitude metafísica, na glória que é estar desencarnado, num plano de paz, em que tudo é feito com calma, longe de estressantes e angustiantes prazos na Terra, em profissões árduas como a de publicitário, estressado por prazos para fazer as coisas, remetendo à figura do workaholic, a pessoa que só rala e não descansa, viciada, martirizando-se, como um certo senhor workaholic, o qual tocou duas jornadas de trabalho sem descansar no meio, numa falta de respeito por si mesmo. Aqui é como um corpo se desenvolvendo, como um feto tomando forma no útero, remetendo aos EUA, nos quais o aborto é legal. É como uma ninhada se formando num útero de mamífera, no instinto materno protetor, no modo como a Evolução entalhou a mulher de tal forma, dando a esta tal instinto, em mães furiosas para proteger os próprios filhos, nas palavras de uma certa matriarca: “Não sei do que sou capaz para proteger um filho meu!”.
Acima, Surala. Esta linda cor remete a uma certa senhora, a qual ama lilás, vestindo vestidos de tal cor, fazendo da moda e do estilo meios de expressão pessoal, no caminho autodidata da Vida, no qual as pessoas precisam aprender por si mesmas o que é simplicidade, como num bom designer de logomarcas, ou como na impecável bandeira nacional japonesa, limpa, elegante, simples, ao contrário de certas bandeiras carregadas, complicadas, cheias de detalhes, na sabedoria de da Vinci: A simplicidade é o mais elevado grau de sofisticação, como nas obras de Botticelli, claras, expressas, simples, podendo ser observada com precisão, sem excessos ou sujeiras. Aqui é como um exótico microorganismo, com nos seres nas profundezas do mar, onde há Vida mesmo sem muita luz solar, no modo como a Vida sempre luta para sobreviver, como árvores competindo por um lugar ao Sol, nas competições da Vida em Sociedade, jogos de gigantesca audiência televisiva, em milionários esquemas de patrocínio, com tanto, mas tanto dinheiro rolando, como na bets, controversas, com quem gosta de apostar contra quem acha que não é saudável, com certos políticos com a proposta de banir as bets, numa atividade que pode viciar o apostador, como em cassinos em Las Vegas: Ganhei três mil dólares, mas gastei cinco mil, como no filmão Cassino: A casa sempre acaba ganhando. Aqui é um organismo complexo, como numa empresa, com seus vários setores, como é comum que publicitários ocupem cargos do setor de vendas numa empresa, remetendo à arrogância de uma pessoa que se acha um deus midiático, achando que ninguém tem o direito de dizer não a tal firma, como eu certa vez enfureci duas empresas, as quais visavam me assediar moralmente, como no filme O Diabo veste Prada, numa moça que se viu intensamente assediada por uma patroa inflexível e desesperadora, nessa luta em Brasília em relação à escala seis por um, visando trazer mais qualidade de vida ao trabalhador brasileiro, remetendo a uma família de grossos, homens que, definitivamente, não são homens de Tao, pois o homem de Tao é polido e nunca recomendará violência, muito menos terá algo a ver com armas, as quais são coisas terríveis, na agressividade do homem ocidental, pegando a beleza dos fogos de artifício para transformar tal recurso em armas terríveis. O homem de Tao é amado pelas pessoas e nunca será agressivo como uma lâmina de bisturi, pois se me sinto como uma faca sem fio é porque estou bem e estou humilde, visto que a arrogância precede a queda, pois quando embarco numas de sensação de potência, é porque estou faltando com a humildade das pessoas finas. Num detalhe aqui vemos uma espécie de fábrica de panfletos, como materiais de campanhas eleitorais, na feliz lei que proibiu jogar os santinhos no chão da Rua, pois, antes disso, a ruas ficavam todas emporcalhadas em domingos de eleições, como num emporcalhamento de vandalismos, em pessoas vândalas que não amam muito o Mundo, e daí que a Vida sem amor e paz é um inferno, pois na falta de apuro moral minha consciência fica me cutucando, fazendo de minha vida tal inferno, visto que os amigos são o ouro da Vida, e, se sou amigo, não quero enganar ou mentir, como um certo senhor que me enganou, tendo ele próprio se excluído de minha vida, e me diga de valeu a pena, irmão! Seja mais amigo e honesto! Aqui é como numa explosão de orgasmo, como na vida de sociopata, a qual gira em torno de sexo, viajando Mundo afora para fazer turismo sexual, em pessoas que mentem, e os que mentem acabam rejeitados, como vários sociopatas que eu mesmo já extirpei da minha vida, no nó que os sociopatas querem fazer em nossa cabeças, como se nós, os bonzinhos, fôssemos os “vilões de Disney”, sendo tudo uma simples questão de estudar tais ações – se não apresenta lógica, é louco. Aqui é como uma cobra renovando as escamas, em processos de renovação, fazendo das crises algo positivo, pois a crise aponta um momento de renovação na vida da pessoa, como em disse uma excelente psicóloga.
Acima, Surviving mother front. Aqui é algo fino, num intestino delgado, pois quando digo que algo é fino, é porque sei o oposto, que é grosso, e as pessoas más servem exatamente para darmos valor quando no deparamos com uma pessoa boa. Aqui é a abstração na escola de propaganda, na cadeira de Teoria da Comunicação, na teoria da espiral, que é dois se comunicando em cada novo momento, não num ciclo, mas num ciclo que cresce e se desenvolve, gerando a espiral. É como no túnel de luz que leva o desencarnado ao Céu, como no caminho da vagina à luz, parindo o filho, como na abertura da novela Barriga de Aluguel, na mãe abrindo as pernas e parindo, em dolorosos esforços de parto como num episódio do seriadão Friends, numa mulher em vídeo dando à luz, berrando de excruciantes dores, gritando desesperada: “Por favor, faça isso parar!”. Aqui é um caminho desnorteado, como numa mosquinha solta e afoita, perdida, como uma pessoa em crise, sem saber qual é seu lugar no Mundo, sem saber o que fazer da Vida, como dentro de um labirinto traiçoeiro de submundo, numa escuridão maliciosa, horrível, com espíritos se arrastando e sofrendo, até a pessoa se dar conta de que nada está construindo e de que para lugar nenhum vai, numa prisão: Não gosto de estar ali com aquelas pessoas, mas não consigo sair, num vício – é um inferno, meu irmão! O fundo preto é tal indefinição e mistério, na sisudez do luto, pois velórios, apesar de não serem festas, não eventos sociais nos quais podemos rever amigos e família, como no recente velório de um ente querido meu, um velório discreto, com pessoas mais chegadas e íntimas, nesse ente me dizendo, em vida, que um dia estaria num caixão, surpreendendo-me com tal senso de humor, pois, na Vida, nada mais natural do que a Morte, no glorioso e inevitável dia de soltura, como receber alta do médico num hospital. Aqui é como uma teia de aranha, remetendo à divertida Casa Assombrada em parque temático da Disney, EUA, na mansão com luminárias sem brilho nem beleza, com teias de aranha numa casa que há muito não vê uma limpeza, como nas caóticas casas de acumuladores compulsivos, com pilhas de objetos acumulados do chão ao teto, num forte apego ao material, ao palpável, fazendo da Terra a ilusão material, da posse, na sabedoria de que tudo de mundano no Mundo fica, como joias, como a coroa imperial britânica, tão valiosa que sequer pode sair do cofre, fazendo o monarca usar uma réplica barata na posse do cargo, como se fosse um medicamento genérico, por assim dizer. Aqui é como a icônica assinatura da lendária monarca Elizabeth I, com espirais elegantes abaixo do nome da monarca, nesse peso de responsabilidade de se ocupar um cargo outrora ocupado por nomes tão emblemáticos, como comparar Maria Rita com Elis Regina, ou como na exigente crítica teatral brasileira Barbara Heliodora, comparando tudo e todos a Shakespeare, construindo a reputação de, normalmente, não gostar das peças que via, sendo certa vez expulsa de um teatro pelo diretor de uma peça, num babado tão forte que foi acabar na revista Veja, a revista que é a prova de que o Sudeste definitivamente não é território petista, na estratégia de Lula em ter Alckmin de vice, buscando, assim, penetrar em tal cenário direitista anti PT, remetendo às pessoas neutras, as quais fogem de tal bangue bangue. Aqui é como uma malha viária complexa, como labirintos de formigueiros, dentro dos quais só a formiga instintivamente sabe se locomover, nessas pessoas de instinto, de brilho inato, na figura do homem de Tao, o qual é visto, amado e respeitado, como um certo cantor, alvo de devoção por parte do povo, nas palavras de uma então muito jovem Gisele numa entrevista, endereçando-se ao povo brasileiro: “Obrigada, povo lindo!”, nesses carismas de marcar época. Aqui é como uma sanfona, abrindo-se e fechando-se, num ciclo respiratório, fazendo da Vida o nervo da Arte, como tambores imitando as batidas do coração.
Acima, Sussumiêtibu. Aqui é como uma roupa sendo torcida, remetendo a gerações para as quais antigamente não havia centrifugador, com pessoas em cada extremidade torcendo um lençol, girando em sentidos opostos, como não canso de dizer: Foram da preguiça que nasceram as grandes invenções da Humanidade, pois porque me “matar” para lavar e torcer se posso fazê-lo tranquilamente com uma máquina apropriada? São os gostosos pecadinhos capitais, como ficar um pouco mais na cama, ou como comer um doce, na ilustração da embalagem do chocolate em pó Nestlé, com dois frades fazendo doces de chocolate, esbanjando-se no sabor doce de tal pecadinho, ou como no gostoso pecadinho da vingança, mandando uma penca de gente “chupar uma manga”, como eu próprio mandei alguém chupar tal manga, uma pessoa que no passado foi a público falar mal de mim e me espinafrar, na sabedoria popular de que Deus escreve certo por linhas tortas. Aqui é como uma máscara ritualística, em rituais de magia de populações neolíticas, como ver divindades em aspectos da natureza, como o deus nórdico do Sol, Odin, ou seu filho Thor, o deus do trovão, na revolução do pensamento racional, dando explicações racionais, frias e lógicas, como no Mito da Caverna, rechaçando o misticismo e explicando o Mundo de forma racional, como no processo cognitivo de Neo de Matrix, dando-se conta de que era um escravo de um sistema insano em vampirizador, ao ponto da pessoa ver que é escrava do capitalismo, em sedutoras vitrines de shoppings: Tenho que me “matar” de trabalhar para produzir capital e consumir bens cobiçados de consumo, no ponto de vista de Tolkien, no Ser Humano, acima de tudo, querendo poder, como na ira de Jesus num mercado, rechaçando as ambições mundanas, fazendo do sucesso tal problema: Numa queda de braço, perca, pois, quem vence, entra em inferno astral, como aconteceu comigo certa vez, quando eu estava numa boate com minha amiga, e um rapaz me abordou de forma agressiva e ameaçadora, ponta de faca, por assim dizer, e eu o deixei vencer, tendo ele entrado, então, em inferno astral: O rapaz tinha tudo para estar contente no canto dele e curtindo sua gatinha, mas não – estava em pleno inferno astral, o qual pode durar vários dias, num inferno psicológico, no modo como nossas ações ficam impregnadas em nós mesmos, ou seja, numa queda de braço, perca, pois quem perde se torna o adulto grande no caso! Vemos aqui fiozinhos curtos, na revolução que foram mulheres de cabelos curtos, libertadores, na revolucionária Chanel, libertando a mulher de certo modo, corajosa, ousada, jovial, mais jovial do que muitos jovens por aí, em ícones de estilo e atitude, como esta “bomba atômica” de atitude que é Lady Gaga, uma artista a qual respeito profundamente, mesmo não sendo eu próprio um membro de tal fã clube – respeito é tudo, pois não devemos exigir que concordem conosco; devemos exigir respeito, como religiões coexistindo harmoniosamente, nos três grandes ramos monoteístas: Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, remetendo a pessoas que simplesmente querem destituir Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil, nessa dificuldade que o Ser Humano tem em respeitar, com suas guerras e sangue derramado, com irmão derramando sangue de irmão, na figura eterna de Caim matando Abel, nessa corriqueira crueldade humana. Aqui é como um ovo sendo quebrado, ou ovo de Páscoa sendo aberto, numa magia de doces tesouros, numa mãe zelosa e caprichosa, montando os ninhos, na magia de um domingo de Páscoa, nas crianças descobrindo onde o coelhinho escondeu o ninho, nas cores do cesto, em doces lembranças de infância, a idade na qual a Vida é mais simples, numa criança que traz um residual do Plano Superior, a dimensão onde estamos entre amigos, e fora da amizade não há salvação, fazendo dos amigos o ouro da Vida. Aqui parece ser uma cara de cachorro, na lealdade de tal animal, num companheiro, como uma amiga minha, solteira, com dois cães como companhia
Acima, Taifaô. Repito: Que engraçados os nomes de Luna para suas obras! Aqui é como um funil, um filtro, como num vestibular, premiando os estudiosos, como uma certa senhora extremamente estudiosa e cdf, tirando o primeiro lugar em vestibulares, num caminho de disciplina e dedicação, no mercado educacional que são os cursos preparatórios para o Enem e outros concursos, nas inevitáveis competitividades da Vida em Sociedade, como uma coleguinha querida que tive no Ensino Fundamental, a queridinha dos professores, tirando as melhores notas da turma, mas uma pessoa a qual, no fundo, não se identificava com essa de menina de ouro, querendo pisar em terrenos mais arriscados, caindo propositalmente numa piscina numa festa da aniversário, querendo ousar mais, ao ponto de, na adolescência, vestir uma camisa que tinha os dizeres em inglês: “E quanto a sexo?”. É o caminho de identidade, mandando o Mundo à merda, com o perdão do termo chulo, na pessoa se libertando das expectativas dos outros: Se Fulaninho não gosta, azar dele! Aqui é um luxuriante pavão, exótico, majestoso, como o personagem Massimo em O Quatrilho, galante, sedutor, envolvente, um pavão, por assim dizer, seduzindo a sensível Teresa, com ambos resolvendo fugir para longe, deixando para trás um cenário de destruição de famílias, num enorme rompimento, numa história livremente adaptada de fatos reais, no ponto alto da carreira de Fabinho Barreto, o qual nunca mais foi indicado a um Oscar, nas sábias palavras da mãe Lucy Barreto ao ler o livro e dizer ao filho: “Este livro vai render seu melhor filme!”, e o sucesso é assim mesmo – um amante infiel, como uma certa senhora, a qual sonhou em ter carreira em Hollywood, a terra dos sonhos frustrados, com tantas e tantas pessoas frustradas. Aqui vemos um rastro de cocozinhos, remetendo a eras em que o dono do cão não era obrigado a catar as fezes do chão na Rua, uma lei sábia, na sabedoria de que menos é mais, primando pela limpeza da simplicidade, o mais elevado grau de sofisticação, no prazer de se toma rum bom banho, como no famoso espírito Patrícia, desencarnando e acordando no Plano Superior, tomando um bom banho num lindo banheiro ensolarado, no poder da luz e do bem, da clareza, da limpeza, remetendo a espíritos revoltados, chamando pejorativamente de “limpinhos” os espíritos nobres e felizes, num degradante caminho de revolta, como uma certa pessoa a qual se desfigurou facialmente, numa busca por beleza e feminilidade, uma pessoa que acabou se destruindo, num caminho de raiva, numa prisão perpétua de submundo, em distúrbios de imagem de famosos, desfigurando-se em público. Aqui é como um mastro com uma bandeira tremulando, em algo saudável como o patriotismo, mas sem chauvinismo, o qual é um patriotismo agressivo, radical, xiita, por assim dizer, remetendo a uma certa senhora, a qual passou por uma fase chauvinista, considerando algo perfeito e divino só porque era brasileiro, na aversão de Marx pelas religiões, pois nenhuma forma de radicalismo é saudável, numa religião que tem que ser ministrada com moderação, no sábio caminho do meio de Keynnes, rechaçado os extremos entre esquerda marxista e direita liberal, no conceito de Keynnes do estado mínimo, discreto, na opção: Se tenho câncer, posso me tratar ou na rede pública, ou na particular, conforme for meu cacife. Aqui são como cabelos ao vento, em comerciais de xampu, em promessas de beleza apolínea, nas seduções dos apelos publicitários, nas sábias palavras do famoso marqueteiro americano Al Ries: A propaganda não inventa desejos; a propaganda desperta o desejo que já existe no consumidor, ou seja, por exemplo, se não gosto de uísque, não há comercial de uísque que possa me seduzir. Aqui é como minuciosos trabalhos de mosaicos romanos, com pedrinha por pedrinha, no poder do artista plástico, que é produzir coisas novas ao associar elementos previamente dissociados, na Arte, que tanto nos diferencia dos animais. Aqui é como algo farfalhando suavemente pela brisa, na magia de dias agradáveis de meia estação.
Acima, Taionábu. Aqui é como dissidências, como no mito da Torre de Babel, ruindo, na ambição humana de arrogantes arranhacéus, na competição fálica para ver quem tem o prédio mais alto do Mundo, numa Babel que entrou em colapso, resultando nos idiomas ao redor do Mundo, uma história que não deve ser levada ao pé da letra, evitando, assim, radicalismos. É no modo como a Vida vai separando as pessoas, como colegas de colégios ou faculdade, numa fase de relacionamento, com laços rompidos em questão de tempo, como uma certa pessoa, a qual se relaciona intensamente para depois “sepultar” tal amizade, nos inevitáveis “goodbyes”, dos “até logo” da Vida, na reconfortante perspectiva de que teremos a Eternidade para nos relacionarmos com tais entes queridos, na imortalidade dos vínculos de amizade, como no comovente final de Titanic, metafísico, na imortalidade dos laços de amizade entre Rose e Jack, numa película que tanta comoção causou, ao ponto de meninas colocarem para tocar a famosa canção tema de Celine Dion e chorar pelo heróico Jack, qual deu a vida para salvar a de Rose, num caminho de fraternidade, fora da qual não há salvação, num Deus que quer que sejamos amigos uns dos ouros, e não em guerras cheias de ódio e crueldade, como comunistas fuzilando as crianças da família do czar violentamente deposto, um rei que simplesmente se afastou de seu próprio povo, deixando, assim, de ser líder, quando que a Vida exige que sejamos num rei simples, que toma o mesmo tipo de café que seus súditos tomam, num caminho de simplicidade, pois a Vida é boa quando é simples, e assim é o homem de Tao, amado e respeitado pelo povo, trazendo ares de paz, sempre paz, tudo o que o Neo de Matrix queria, como escrito num broche de uma certa enfermeira: “Paz!”, como ministrar injeções de tranquilizantes a pacientes agitados, com tudo resumido a algo muito simples: Se você não se comportar, vai de castigo! É o desafio de criar um filho e incutir na mente deste valores nobres, reprovando moralmente a atitude do covarde, o qual agride os mais fracos. Aqui é como cabelos de estilo rastafári, no imortal Bob Marley, um mito imortal, no poder imortal da Arte, em obras imortais por museus do Mundo, em gigantes como o Louvre, o qual exige que passemos, no mínimo, sete dias inteiros dentro da instituição parisiense. Aqui são laços de relacionamento, como coleguinhas na escola, em amizades sendo feitas, remetendo a um rapaz que foi meu colega certa vez, um rapaz que tinha grande dificuldade em estabelecer relacionamentos, introvertido, perdido, sem amigos, malvisto, execrado, nessa eterna inclinação cruel do Ser Humano, e a Vida não é desoladora sem amigos? Não é o Umbral a dimensão dos sem amigos? É como na figura do sociopata, sem amar e sem ser amado, na tragédia que é na vida de uma pessoa ter filho sociopata, sabendo que, no fundo, tal filho nunca tomará jeito na Vida, como uma notória sociopata, a qual deveria passar o resto da Vida num manicômio judiciário, perigosa demais para viver em Sociedade, remetendo ao rigor judiciário americano, com prisão perpétua e pena de morte. Aqui é o início da Vida, no óvulo feminino e plácido encontrando o espermatozoide competitivo, numa vida sendo formada, revoltando os antiabortistas, considerando o aborto um assassinato, numa questão complicada, na legalidade do aborto nos EUA, remetendo ao filme O último americano virgem, num rapaz apaixonado que se “matou” para bancar o aborto da barriga de uma moça pela qual era apaixonado, e, no fim do filme, em ingratidão, tal moça volta para o velho namorado que a engravidara, num história triste e prostrante, sem romantismo. Aqui são as regras do Cosmos, com galáxias se misturando, numa vastidão que é o poder de Deus, do infinito, a página em branco na qual escrevemos nossa história, na grande carreira espiritual, da qual nenhum trabalho foge, nem mesmo o humilde trabalho de gari, pois até Tao está sempre criando, deixando-nos perplexos com tal perfeição e simplicidade, na simplicidade e humildade da manjedoura do Menino Jesus.
Referências bibliográficas:
Arte. Disponível em: <www.anakarinaluna.com>. Acesso em: 2 set. 2026.
Curriculum Vitae. Disponível em: <www.anakarinaluna.com>. Acesso em: 2 set. 2026.











