Falo pela oitava vez sobre artista plástica brasileira Ana Karina Luna. Os textos e análises semióticas a seguir são inteiramente meus. Boa leitura!
Acima, Pele. Aqui é um papel amassado, com algo sendo descartado, como num desafeto, como um certo desafeto que tive, uma pessoa que extirpei de minha vida, uma pessoa tóxica, sociopata, uma amizade falsa, numa pessoa interessada em minha ruína, uma pessoa que me odiava e que queria me destruir, num enorme decepção que sofri, uma pessoa com a qual nunca reatarei em vida, fazendo do sociopata tal pessoa extirpada, um andarilho do Umbral, sofrendo, sem amigos, pois os amigos são o ouro da Vida, num Deus que quer que sejamos amigos uns dos outros, nas palavras imortais de Jesus: “Amai-vos uns aos outros!”, e fora da caridade não há salvação, pois caridade é amizade. Aqui, pontos vermelhos são como sangue, no clássico Drácula de Bram Stoker, no vampiro se deliciando com sangue na navalha de barbear de um homem, numa imagem patética, remetendo ao sociopata, um sugador de almas, como um certo senhor sádico, empenhado e deliciado em ver os outros sofrer, odiando tudo e todos, e odiando até os próprios netos, numa pessoa de rasíssimo apuro moral, quando que o sentido da Vida é adquirir tal apuro moral, no caminho de Jesus – o caminho, a verdade e a Vida, e Tao é tal caminho, no poder do homem de Tao, o qual é polido, muito longe de muitos e muitos homens grosseiros, os quais ignoram o poder da delicadeza, do tato diplomático, remetendo às recentes eleições no Brasil, numa disputa tão, mas tão acirrada, dividindo o Brasil em dois, pois metade do Brasil não quer Lula na presidência, no preço da democracia, que é aceitar a derrota elegantemente, na figura do atual presidente passando a faixa para si mesmo. Aqui é como um itinerário e um percurso do intestino, num processamento, como numa linha de montagem industrial, em um processo longo e complexo, como montar um carro, em economias tão arrojadas como a China, exportando diariamente muitos containeres Mundo afora, no divertido paradoxo chinês: De jure, uma ditadura comunista na qual o cidadão não pode interferir; de facto, um país perfeitamente capitalista no qual o cidadão é livre para empreender, nessa morte agonizante do Comunismo, na imortalidade ideológica que perdura, principalmente no Brasil: A direita liberal de Smith, com zero por cento estado e cem por cento mercado, versus Marx, cem por cento estado, no bangue bangue entre PL e PT, com pessoas contra e a favor de incentivos do Estado, como o Bolsa Família, na grande controvérsia do filme dos Barretos sobre Lula – amado e odiado. Aqui vemos a dúvida cinzenta, num dia nublado, na junção entre o bem claro e o mal escuro, na disputa entre luz e sombra, como no universo de Tolkien, com o terrível senhor do escuro Sauron, ou como em Matrix, na luta entre homens e máquinas, sendo estar terríveis e inclementes, com o desejo de eliminar a Humanidade, nos perigos da Inteligência Artificial, a qual pode sair de controle, como na perfeição da IA, em vídeos os quais juramos que são verdadeiros, como num certo vídeo no qual foi usada a imagem de Gisele, ou como espetacular comercial de Maria Rita com a mãe e deusa Elis Regina, no qual juramos que a diva está viva e entre nós, num legado inestimável, numa Elis cuja morte causou grande comoção nacional, uma artista a qual, se não falecida tão precocemente, teria alcançado renome mundial, como, por exemplo, gravando com Sinatra, e tudo por causa dessas merdas dessas drogas, com o perdão do termo chulo, como uma pessoa a qual crê que pode se drogar com heroína só porque descriminalizou, remetendo à sequela da maconha, a qual pode tirar da pessoa o senso crítico, como um certo senhor, claramente sequelado, um senhor meramente contemplativo, sem ter qualquer opinião crítica. Os pontos vermelhos são pontos de dor, nas inevitáveis dores existenciais, fazendo com que convivamos com tal dor, sendo desnecessário sofrer por tais dores, na sabedoria popular: “Cada um com sua cruz!”. Aqui o grafite é afoito, impetuoso, numa pessoa de ímpeto, desbravando corajosamente seu caminho, como um certo senhor, no qual não votei nas últimas eleições, mas um senhor que respeito, o qual se elegeu deputado estadual, construindo uma bela carreira pública – não exijo que concordem com Fulaninho; exijo que respeitem Fulaninho. Aqui é como um absorvente íntimo da mulher, nas dores de cólicas – como é duro ser mulher!
Acima, Pé vulva. Aqui são como peixes livres na água, na deliciosa sensação de se nadar nu no mar, numa nudez inocente, como a nudez do bebê na barriga da mãe, no choque que é sair do conforto uterino e ir para o Mundo, num “choque térmico”, na sensação desagradável de colocar os dedos na tomada elétrica, na execução de criminosos nos EUA, como num tocante filme no qual um condenado à morte – Sean Penn – fica amigo de uma freira – Susan Sarandon –, havendo no final a execução com o homem se arrependendo de seus crimes, como na vida vazia de um narcotraficante, o qual, ao desencarnar, olhará para a vida vazia que teve na Terra, desejando assim pedir perdão para cada jovem para o qual vendeu droga, num caminho de arrependimento, desejando voltar à Terra numa nova missão e reparar os erros que cometeu, como essas pessoas empenhadas em aplicar golpes por telefone ou pela Internet, desencarnando e vendo a vida miserável que levaram, como um certo senhor, o qual roubou violentamente o carro de uma amiga minha, um senhor equivocado, o qual, talvez, no fundo, fosse uma pessoa boa, talvez desesperado por não ficar inadimplente com o traficante, pois, no submundo do tráfico, se fico inadimplente, o traficante manda me executar! Aqui é o complexo de veias e artérias do corpo, na complexidade de um ser vivo, na gigantez do Cosmos, inacessível para a compreensão humana, numa Humanidade ainda tão aquém de desvendar tais mistérios, na missão do físico em averiguar tais mistérios, como no seriadão The Big Bang Theory, no inteligentíssimo Sheldon, interpretado pelo genial Jim Parsons, um físico empenhado em se apoiar em teorias para compreender tais entornos, fazendo da velocidade da luz altamente lenta em termos cósmicos, apesar de ser uma velocidade capaz de dar várias voltas ao redor da Terra em um único segundo. Aqui vemos a tortuosidade do DNA humano, nos avanços de decodificar tal mistério, em avanços como o teste de paternidade ou de DNA, como no caso Monica Lewinsky, o qual sepultou publicamente Bill Clinton, cuja mentira foi esclarecida por um simples teste de DNA, com a gota de esperma detectada no infame vestido azul da moça putinha, com o perdão do termo chulo, sem eu querer aqui ser de machismo patriarcal, no fato de que, se quero ser respeitado, tenho que me dar ao respeito, e ser a número dois, a mera amante, não é bom, meu irmão, numa questão da pessoa respeitar a si mesma. Vemos uma forma de cacau, num chocolate o qual, ao ser servido com leite e açúcar, ganhou o Mundo, nessa comida tão deliciosa, tão poderosa no Mundo, partindo de ser uma substância primordialmente amarga, com gosto de remédio, remetendo a vários gostos, partindo do ao leite, passando pelo meio amargo e chegando ao amargo, com 70% de teor de cacau, no clássico na voz da deusa Marisa Monte: “Eu só quero chocolate!”, nessas divas que tanto arrebatam o público, com cada geração com seus ícones, no novo que sempre vem, como no advento de uma Lady Gaga, a qual respeito, mesmo não sendo eu mesmo membro de tal numeroso fã clube – respeito é tudo, e no Plano Superior estamos entre amigos, num lugar em que ninguém quer enganar ou trair, fazendo da verdade tal ouro eterno, no nome de um dos budas que guiaram Kardec na concepção da doutrina espírita – o Espírito da Verdade, no laço da Mulher Maravilha, o qual, ao enlaçar alguém, com que este diga somente a verdade, nesse poderoso ícone feminista, num bela e formosa mulher que é capaz de dar uma surra em qualquer marmanjo mal intencionado. Vemos uma lua crescente e estrelas, nos versos de uma certa balada romântica: “Beijos ao luar!”, nessas pessoas especiais, as quais nos transformam para sempre, na magia de apaixonados, relacionamentos os quais, enquanto duraram, foram eternos. Aqui é como pobres bichos marinhos sendo abatidos por inclementes lanças dolorosas, como num clipe da banda A-Ha, com o bicho sendo impiedosamente abatido, remetendo a eras sem apuro ecológico, como caçar livremente animais na África.
Acima, Picoração. Aqui é como um túnel, como no túnel vaginal de 2001, em espaços coloridos e estranhos, nos mistérios da Humanidade: Existe ou não Vida fora da Terra? Aqui é como no desencarne, num túnel de luz que nos leva ao glorioso Plano Superior, na direção da luz, fazendo do submundo tal escuridão fétida, com sofrimento e privação, sendo sintomática a pessoa que começa e a se contentar e aceitar tal submundo, numa falta de autoestima, como ratos vagando num esgoto, num estilo de vida degradante, sofrido, como estar abatido numa poça de lama, no poder renovador de um banho, nesses rituais de limpeza que nos aproximam do Plano Superior, no qual tudo é absolutamente limpo, sem uma única bactéria, sem uma única partícula de pó ou poeira, havendo beleza em todos os lugares, na libertação do Desencarne, no momento em que nos desligamos de todos os problemas relativos a nossos respectivos corpos carnais, como envelhecimento e doenças em geral, na metáfora do filme Elysium, no qual uma moderna máquina curava de qualquer doença, havendo na Vida tudo girando em torno de saúde, seja física ou mental. Aqui vemos dedos com unhas vermelhas, femininas, nesses rituais de autoestima como ir a um salão de beleza, remetendo a certos cavalheiros, os quais pintam de esmalte incolor as próprias unhas, nada que os faça menos homens, na figura do metrossexual, o homem sofisticado, de urbes desenvolvidas, como no famoso jogador Cristiano Ronaldo, delineando cuidadosamente as próprias sobrancelhas, contradizendo os costumes mexicanos, nos quais o homem tem que ter uma certa “monocelha”, ou seja, sobrancelhas ligadas por uma pequena sobrancelha central, significando algo viril e válido para um homem, numa construção de virilidade, nas divertidas palavras: “Não deixe que homossexuais italianos lhe digam como um homem tem que se vestir! ”. Aqui vemos uma arquibancada, como em arenas de gladiadores, num suntuoso Coliseu, com os arcos habitados por esculturas de deuses, no auge do paganismo, no impacto cristão, num homem da coragem de Jesus, opondo-se ao sistema vigente, chegando ao ponto do imperador romano se converter ao Cristianismo, iniciando a Era Cristã, no poder do monoteísmo, no qual não há deuses, mas seres humanos de apuro moral que nos servem de exemplos, nas palavras de um certo padre: “Essas imagens de santos não são mera decoração, mas exemplos que devemos seguir!”. Aqui há uma certa insinuação sexual, numa forma de pênis invadindo a vagina, como na chave entrando na fechadura, na imagem de São Jorge com a fálica lança matando o dragão, libertando a donzela virgem, no machismo patriarcal de tolher a sexualidade feminina, como no pai ao ver a própria filhinha nascer: “Esta vou guardar debaixo de sete chave e entregar pura e casta ao marido na igreja”, ao contrário do homem, cuja sexualidade é estimulada, indo a prostíbulos, dividindo as mulheres entre santinhas e putinhas, como o perdão do termo chulo, quando que a mulher não é uma, nem outra, mas um ser humano igual o ser humano do sexo masculino, como na nobre intenção democrática do voto, no qual somos iguais, sem termo sexo, classe social, raça etc. Os dedos aqui são ramificações espirituais, no modo como, se alguma crença visa o bem, é válida, como dedos que saem da mesma mão, que é a bondade humana, na universalidade da espiritualidade humana, na Revolução Científica, abrangendo tudo e todos ao redor da racionalidade, fazendo das Artes, dos Esporte e da Ciência algo universal. Aqui é como uma pirâmide vista de cima, em degraus que levam ao Céu, ao metafísico, no modo do grego antigo em ver no Olimpo a metáfora para o Plano Superior, um lugar colorido e cheio de vida e beleza, ao contrário do costume humano em ver a morte como algo tão tenebroso, havendo na pessoa espírita o modo de ver a morte como algo natural e compreensível, nas palavras de uma amiga minha freira: “Os católicos respeitam os espíritas!”, assim como o Espiritismo é amigo da Ciência.
Acima, Poupizifu. Aqui é como uma proliferação, uma mitose, numa infestação bacteriana, como uma ideia sendo desenvolvida, como num certo instituto cultural, cujos membros levaram algum tempo para definir um escopo nítido, como Madonna, a qual levou anos para resolver que queria uma carreira solo, no caminho de uma pessoa se encontrar na Vida, sabendo o que quer, em processos que levam um tempo, como um dia amanhecendo, clareando, esclarecendo, até chegar a um ponto de “orgasmo”, por assim dizer. Aqui são como confetes carnavalescos, na magia de um baile de carnaval, remetendo a essas pessoas que são “bichos” de carnaval, preparando-se para um baile, caprichando na fantasia, nesse momento mágico como o Halloween, em que as pessoas expressam a si mesmas por meio de fantasias, na universalidade humana de celebração, remetendo ao colorido kpop, muito longe da cruel Coreia do Norte, num déspota cruel que investe tudo em armamento, num país miserável, sem escolas, hospitais ou estradas, como na atual crise argentina, com cofres públicos exauridos, num governo com dificuldades para manter as estradas em ordem, como no lado argentino da ponte que liga esta nação ao Brasil, havendo na parte argentina crateras enormes, nocivas a qualquer pneu ou roda, num Milei que teve que cortar integralmente os incentivos ao cinema argentino, sendo, é claro, odiado pelos cineastas de tal país, em inevitáveis medidas antipáticas, como um certo senhor, o qual se tornou um prefeito que enfrentou impeachment, um senhor arrogante, que só fazia o que queria e não ouvia as pessoas, no inevitável modo de que a arrogância precede a queda, um senhor que perdeu por anos o direito de exercer cargos eletivos, nas duras lições de humildade da existência. Essas formas de Luna são estranhas, ctônicas, das profundezas da terra, como no demônio Balrog, de Tolkien, um demônio feito de sombra e chama, ou como a personagem Cuca de Monteiro Lobato, um ser estranho que vive numa caverna vaginal, no inconsciente do Ser Humano, em mistérios. Aqui é algo poroso como um filtro, como fazer café, ou como numa empresa selecionando funcionários, como eu próprio fui “reprovado” em tal teste, sendo negada minha entrada numa certa agência de Propaganda, barrado por uma “chata” autoassumida, nessa experiência que tive como publicitário, experiências que ficam incrustadas em nós, e sempre terei um lado marqueteiro, pois a divulgação é um flanco muito importante do trabalho, na questão de se “fazer barulho”, na metáfora na academia de Propaganda: Ambas pata e galinha colocam um ovo delicioso e nutritivo, só que a galinha bota o ovo fazendo mais barulho, vendendo, assim, mais do que a pata. Aqui é um feto em formação, num processo que leva meses, como já ouvi dizer que a gravidez e o parto são grandes piadas de Deus para com as mulheres, na questão complicada de depressão pós parto, na sabedoria popular de que ser mãe é padecer no paraíso, em pesos de responsabilidade, quando ouvi uma certa mãe dizendo: “Dá trabalho, mas vale a pena!”, e a evolução assim entalhou a mulher, dando a esta todo um instinto materno protetivo, no modo como ser meramente mãe, esposa e dona de casa não traz muita identidade à mulher, nas palavras de uma certa psicóloga: “É tão desinteressante uma pessoa que só é dona de casa!”. Aqui é como no orgasmo de uma explosão de supernova, como um astro pop estourando no Mundo, no tombo de uma Britney, tendo um surto psicótico público, indo para uma humilhante clínica psiquiátrica, numa dura lição de humildade, comunicando-se depois com os fãs pelo Twitter, dizendo: “Fui para um lugar humilhante chamado reabilitação!”, e todos temos o direito de levar nossos tombos, pois todos estamos aqui para aprender, e adquirir apuro moral é o sentido da Vida, pois o resto são tolos sinais auspiciosos, no caminho da dignidade e da austeridade: Erga a cabeça e seja digno! É como no árduo trabalho de gari. Aqui são como tatuagens tribais, em pessoas que tanto gostam de se tatuar, mesmo sendo um processo doloroso. Aqui é como algo sendo pulverizando, como um alvo de tiro de canhão ou alvo de bomba atômica.
Acima, Pregnant while not flying 3. Aqui é algo embrulhado, como um corpo sendo mumificado, nos rituais egípcios, crendo que há um pós vida, fazendo suntuosas tumbas para faraós, na grande descoberta da tumba de Tutancâmon, o maior achado arqueológico da História, no mito da maldição da múmia, com um arqueólogo morrendo ao entrar em contato com fungos da tumba, no fascínio de irmos ao Museu do Cairo e deparamo-nos com a s múmias de célebres reis e rainhas, em ícones como o busto de Nefertiti, importante ao ponto de ser um pomo de discórdia internacional, com o Egito querendo trazer a rainha para casa, mas com a Alemanha não abrindo mão da valiosa peça, num ícone de beleza e majestade, na vastidão do Antigo Egito. Aqui linhas horizontais lutam contra linhas verticais, como em conflitos internacionais, na tensão entre Rússia e Ucrânia, com inocentes sendo mortos, na “beleza” das guerras, que é deixar traços de fome e arrancar pessoas de suas casas, destruindo estas, na universal e atemporal crueldade do Ser Humano, cujo lema é: Quanto mais cruel, melhor. Aqui são como rasuras, como antigamente ao datilografarmos cartas e documentos, havendo hoje o Word, revolucionando modo de se redigir, no formidável recurso de corretor automático, um texto que pode ser manipulado à vontade, deixando perplexa minha geração, a qual pegou os últimos tempos da Era Analógica, e hoje em dia é tudo via celular, sepultando as máquinas de filmar e de fotografar, fechando laboratórios de revelação, sepultando o televisor de tubo, sem controle remoto e só com os canais de TV aberta, sepultando o telefone de gancho e a carta pelo correio, sepultando as fitas cassete e VHS, sepultando a era do objeto de consumo, da coisa que podíamos alugar ou comprar e levar para casa, e hoje em dia é tudo software, no paradoxo da TV por assinatura, com muitos canais à nossa disposição, mas nada que nos interessem muito. Aqui são como barras numa prisão, na prisão que é a encarnação, fazendo de todos nós prisioneiros, sem exceções, desde um mendigo na Rua até o rei da Inglaterra, e a diferença reside no que fazemos de nossos dias de cárcere na Terra: Uns levam uma vida nobre e produtiva; já, outros levam uma vida vazia, como uma certa senhora rica, a qual só produz merda na privada, com o perdão do termo chulo, levando uma vida sem propósito, uma senhora que vai desencarnar e notar a vida vazia que levou na Terra, uma vida tão miserável na qual tudo o que resta a esta senhora é cuidar da vida dos outros, tornando-se uma fofoqueira maliciosa de marca maior, e a Vida é algo sério, e temos que fazer algo nobre da Vida. Aqui é como um vidro sendo limpo com espuma, num serviço de limpeza de parabrisa em posto de gasolina, num sentimento de renovação, no poder revigorante de um banho, remetendo ao país amigo chamado Bahia, no qual o padrão cultural é dois banhos por dia, ao contrário do Sul do Brasil, no qual o padrão e apenas um banho diário, fazendo do Brasil tal “colcha de retalhos”, numa diversidade enorme, remetendo às recentes eleições no Brasil, um país cuja metade está descontente com Lula reeleito – é a Democracia! Aqui é como um aço escovado, no poderoso polo industrial de Caxias do Sul, no setor metal mecânico, perdendo só para o parque industrial de São Paulo, fazendo da Imigração Italiana uma reforma agrária que deu certo, na complicada questão da terra no Brasil, nas tensões de conflitos de terra, com pessoas de esquerda e as elites, chamando estas de retrógradas. Aqui é um formato de celular, ou dos monólitos de 2001, na revolução do Homo sapiens, diferenciando-se dos animais e produzindo Arte, pois Arte é o que nos faz humanos, pois os macacos não dançam, não cantam, não pintam etc. Arte é uma questão de saúde mental; Arte é o que há de importante. Aqui é um complexo de pendrive, um pequenino componente de grande poder de memória, em vertiginosos avanços tecnológicos, sendo só questão de tempo para o Homem ir a Marte voltar a salvo para casa.
Acima, Pregnant while not flying 5. Aqui blocos constroem, num paciente trabalho de construção civil, num esforço de anos, num “trabalho de formiguinha”, como na construção instintiva de um formigueiro, no modo como a evolução assim entalha os seres vivos, no caminho autodidata da Vida, na qual a pessoa em que aprender por si mesma o que é simplicidade, a qual é o mais elevado grau de sofisticação – assim disse o sábio da Vinci. A vassoura é o humilde e árduo trabalho de gari, varrendo as ruas de uma cidade, num trabalho tão essencial e importante, com tudo fazendo parte da grande carreira espiritual, havendo os espíritos de perfeito apuro moral, gozando da felicidade suprema, recebendo as ordens diretamente de Deus, o qual é o infinito, nesse poder imensurável da Eternidade, sobre a qual não é possível de se falar, nesse poder inconcebível que é o fato de que jamais findaremos, fazendo este vazio de Tao, o infinito, a página em branco na qual escrevemos nossas histórias, na dignidade de invenções como as redes sociais, servindo ao Mundo, e Tao é esta serventia, esse vazio no qual vivemos nossas vidas, fazendo do homem de Tao tal vazio em torno do que nós nos unimos, num talento de líder, pois o homem de Tao, polido, é visto, amado e respeitado, ao contrário de tantos e tantos homens grosseiros, muito longe de Tao, o qual é um diplomata impecável, sempre primando pela paz e pela concórdia, no cavalheirismo no fio do bigode. No topo aqui temos uma falo patriarcal, como no falo do Código de Hamurabi, na revolução freudiana, como num pontiagudo guardachuva, ou como nas abrasivas pirâmides do Egito, o qual já foi uma potência, num recado claro aos reinos vizinhos: Se você não quer se espetar, mantenha distância e respeite! E o Ser Humano é assim, com vaidades ascendendo e descendendo, permanecendo a simplicidade de Jesus, o homem cuja cabeça revolucionou a Humanidade, mas infelizmente a Filosofia não muda o Mundo, e mesmo depois de Jesus a Humanidade continuou tendo problemas, como guerras e raivas, na agressividade humana, como pegar a pólvora e transformar em armas – é um horror, e nenhum homem de Tao terá algo a ver com armas, remetendo a um certo senhor, o qual anda armado. Aqui temos uma forma de vestido com cintura fina e elegante, nas moçoilas de outrora encantando os rapazes, como me disse uma certa fina senhora: “Não se fazem mais cavalheiros como antigamente!”. Aqui é um afunilamento, como no Estreito de Gibraltar, na lenda que este foi aberto pelos poderosos braços de Hércules, nos trabalhos de Hércules, na dignidade do trabalho, fora do qual não há salvação, fazendo do Céu tal plano de labor, no qual sentimos a necessidade de nos mantermos atuantes e operantes, na inevitável perguntinha que fazemos a entes queridos lá em cima: “Onde estás trabalhando?”. E Tao é isto, um trabalhador, e Tao está sempre criando, deslumbrando-nos com tanta genialidade e simplicidade, como nas estações climáticas – calor lá em cima, frio lá embaixo, com tudo invertido depois, algo simples e deslumbrante, e se até Tao está sempre criando, o que me faz pensar que não devo produzir também? É como artistas com longas carreiras, conquistando o respeito das pessoas, em grandes carreiras públicas, como políticos de longo currículo, como a monarca Elizabeth II, sisuda e séria, servindo ao povo, o qual é a razão de um líder, num caminho de dedicação, sobrevivendo a tantos e tantos primeiros ministros. Os risos afoitos são o ímpeto do artista, querendo conquistar o Mundo, como no desenho animado Pink e Cérebro, no casamento entre razão e loucura, masculino e feminino, com Cérebro querendo conquistar o Mundo e Pink mal se importando, com se este vivesse em outra dimensão, com tudo trazendo em si sua própria contradição, no jogo de sedução entre Yin e Yang. Aqui os elementos estão dissociados e analisados, numa análise clínica, como num exame de sangue, numa verificação empírica, numa amostra que revela o conjunto, como ver se um macarrão está cozido: A partir de um mínimo fio de macarrão, podemos ter uma ideia do conjunto
Referências bibliográficas:
Arte. Disponível em: <www.anakarinaluna.com>. Acesso em: 2 set. 2026.
Curriculum Vitae. Disponível em: <www.anakarinaluna.com>. Acesso em: 2 set. 2026.






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