Dono de vasta obra, o italiano Bernardo Strozzi (1581 – 1644) pintou muitas obras religiosas e retratos de aristocratas e clérigos. Integra o Museu do Prado, de Madri. Passou um tempo internado num mosteiro. Recebeu muitas encomendas e foi capaz de sustentar sua família. Foi astro do estilo barroco. Os textos e análises semióticas a seguir são inteiramente meus. Boa leitura!
Acima, Tocador de alaúde. Aqui é ironia de metalinguagem, com a arte do pincel de Strozzi falando da arte do instrumento musical, assim como atriz interpretando atriz, no modo como Goldie Hawn reina em O Clube das Desquitadas, deixando-a muito feliz e confortável no papel, como um artista fazendo uma regravação de alguma velha canção, como Cole Porter, o monstro do Jazz, já regravado inúmeras vezes, em roupagens modernas para canções antigas, fazendo de Porter ídolo de Woody Allen, um dos diretores mais inteligentes da História da Sétima Arte, em tiradas geniais como “subjetivo é objetivo”, na sabedoria popular de que a verdade vem à tona, como um dia amanhecendo, num processo cognitivo, com um processo se desenrolando gradualmente. O rapaz aqui é jovem e corado, saudável, no modo como a juventude feliz é uma invenção de velhos, pois na juventude a pessoa não tem muito juízo ou responsabilidade, numa inconsequência, como dirigir por aí sem carteira de motorista, como eu disse a uma amiga minha: “A idade nos traz responsabilidade!”. Aqui remete a um senhor que conheci, músico, tocando violão, deixando crescer suas unhas da mão direita, com a qual dedilhava o instrumento, uma pessoa frustrada, sinto em dizer, para a qual faltou coragem para começar a pisar nos palcos e batalhar pelos sonhos na carreira de músico, um senhor deselegante, que nunca me respeitou muito, na capacidade de certos homens em não ter elegância no fio do bigode – sinceramente, não faço muita questão de o ver de novo. A música perfuma o ambiente, como num templo vizinho de mim, com seus cânticos de glória a Nossa Senhora, o mito que serve para nos explicar que todos fomos concebidos imaculadamente, por Deus, ou Tao, nos versos de uma canção da bomba atômica de talento e atitude que é Lady Gaga: “Ele te fez perfeitamente!”. As cordas esticadas são a disciplina, como uma rigorosa senhora que conheço, ultradisciplinada, dura, focada, realista, muito, muito exigente, uma pessoa sem lá muito senso de humor, sinto em dizer, fazendo do senso de humor uma virtude, na capacidade do Ser Humano em rir de si mesmo, na arte do palhaço, esses artistas que nos arrancam risadas, como na monumental comediante Ilana Kaplan – confira do Youtube vários vídeos de pocket shows de palco dela, uma atriz a qual, infelizmente, não deslanchou na televisão. A partitura é a cultura erudita, como uma prima minha, a qual é musicista profissional, na combinação entre dois fatores – talento e disciplina, nas palavras de uma Gisele a fãs num set de filmagem de algum comercial: “Desculpem, gente, mas tenho que trabalhar!”, uma pessoa que, mesmo com tanta fama, sucesso e dinheiro, mantêm-se humilde, com os pés no chão, e o Mundo pertence aos que são centrados em algo nobre e produtivo, no caminho da dignidade, da pessoa respeitada e levada a sério, remetendo a uma certa socialite, uma pessoa que ama aparecer, puramente aparecer, uma pessoa que não é respeitada secreta e profundamente pelas pessoas, e, quem não é levado a sério, é como se não existisse. As plumas na cabeça são a delicadeza, no fino trato, num garbo, num modelo que se arrumou para posar para Strozzi, como uma certa pessoa certa vez, a qual encomendou uma pintura a óleo a um artista de Porto Alegre, num resultado final meio estranho, num quadro que ficou meio “mal assombrado”, como se os olhos nos acompanhassem ao passarmos pela obra, nas palavras divertidas do filho da modelo: “Esse quadro fica me assombrando!”. Os dedos são finos e delicados, na vitória do fino sobre o grosso, da cabeça sobre a bunda, na noção taoista: Grosso é fraco; fino é forte. É no fato de que a paz é maior do que a raiva, na vitória do garbo e da elegância, no caminho da polidez, como na polidez dos ingleses, civilizadíssimos. O rapaz olha para cima, como um sonhador, no modo como nunca se é velho demais para sonhar, nos sonhos de menininha que levam a moça a se candidatar a rainha da Festa da Uva, esta manifestação de cultura popular brasileira.
Acima, Triunfo de Santa Teresa de Ávila. A vitória da beleza sobre a morte; da cabeça sobre a bunda, como certa vez na revista Veja, colocando lado a lado uma modelo chic e uma dançarina vulgar, como na mesma revista comparando os vestidos de Patrícia Pillar e Gloria Pires no Oscar, elogiando o elegante Versolato de PP e deplorando o vestido com estampa de araras de GP, numa revista contraindicada por petistas como Pepe Vargas, um senhor que respeito, mesmo estando eu sob os olhos de antipetistas. A santa olha para a promessa cristã do Reino dos Céus, no plano em que impera intacta a necessidade de se trabalhar, fazer algo produtivo, assim como na Terra – uns fazem coisas nobres e produtivas de seus dias na Terra; outros, nem tanto, como pessoas que fazendo Sexo um leilão, sem eu aqui querer ser moralista ou careta, como eu gostaria de dizer a esses rapazes que se prostituem, os michês: Pare de desperdiçar sua juventude e arrume um emprego decente, rapaz, pois respeito é para quem se dá ao respeito, ora bolas. Os anjinhos são a candura e a inocência da criança, a salvo, claro, em casos de sociopatia, numa criança que desde cedo dá sinais de tal maldade moral, agredindo pequenos animais ou agredindo os coleguinhas na escola, uma criança, assim, punida e repreendida por tal comportamento, vestindo, assim, uma máscara e levando, assim, vida dupla, como esses homens que têm duas famílias, duas proles, dois cônjuges, duas casas e duas vidas, e a Vida exige que sejamos unos e íntegros, com uma vida somente, em uma situação grave, de sabermos que temos no Mundo meios irmãos os quais não conhecemos – é muito sério isso que falo, como no pai de Evita, um senhor que tinha duas famílias. Os anjinhos são a liberdade do Bem, sendo um inferno a vida de uma pessoa sem apuro moral, como um certo senhor sociopata, com uma vida girando em torno de Sexo, viajando ao redor do Mundo para fazer turismo sexual, como outro certo sociopata, cruel, desumano, arrogante, malévolo, apreciando filmes pornôs como se fossem fidalgas obras de Arte, como vi certa vez na Internet um artista gráfico de claro talento, mas perdendo tempo com bobagens pornôs, no modo como material pornô pode ser vicioso – o melhor material erótico é a imaginação, pois não sou contra masturbação; sou contra excessos. A coroa é a vitória da mente sobre o corpo, na coroação, no cidadão mais importante de um reino, nas competições mundanas para ver quem tem o maior pau do Mundo, com o perdão do termo chulo, nas fogueiras de vaidades do Anel do Poder, corrompendo os melhores corações, na necessidade de ouvirmos a mente antes do coração, pois este pode ser traiçoeiro e nos meter em encrencas desnecessárias, pois a frieza da mente serve para deixar nosso coração tranquilo, como num consultório de Psiquiatria, num terapeuta que tem a função de nos mostrar a Vida da forma mais fria possível, deixando-nos, assim, tranquilos, ao se sair de tal consultório se sentindo bem. A flecha neste majestoso quadro é tal frieza objetiva, abreviando etapas e indo direto ao ponto, como numa querida professora freira que tive no Ensino Fundamental, a qual dizia aos meninos que, ao urinar, focassem bem no meio da privada, na figura umbandista do Capa Preta, o lado macho da Vida, tendo atitudes visando o sucesso, com objetivos, no modo como a droga estraga tais metas, escravizando o usuário, havendo no narcotraficante a figura do sociopata, o qual quer, acima de tudo, ganhar dinheiro, mal se importando com as vidas destruídas de irmãos usuários, num narcotraficante o qual, ao desencarnar, dar-se-á conta da vida vazia que levou, querendo, ao reencarnar, partir em busca do tempo perdido, arrependendo-se, na universal vitória do Bem sobre o Mal; do elevado sobre o baixo, na noção de que a Paz é maior do que a raiva – a Paz é infinita, na Paz do Plano Superior, Paz inabalável, e a Vida não é um inferno se não se tem Paz? O livro é o embasamento das religiões, no modo como sou fã do Taoismo, do livro universal do Taoismo, um livro que mudou minha vida, uma doutrina a qual tem que ser compreendida instintivamente, algo impossível para o sociopata frio e esquemático.
Acima, Uma Personificação da Fama. Já ouvi dizer de uma certa popstar que a fama é uma prisão, num famoso que se sente como um bicho numa gaiola ou jaula, numa situação que chega ao ponto da pessoa ter que se disfarçar para andar livremente na Rua, como numa Gisele se disfarçando para circular pelo Parcão em Porto Alegre, ao contrário do robert, da pessoa que quer puramente aparecer, uma pessoa que as pessoas, no fundo, não levam a sério, e ser levado sério é tudo, no caminho do respeito, como eu certa vez na escola, quando disse algo que meus colegas acharam ser uma bobagem, com o professor me respaldando e ajudando-me a receber respeito, com o mestre elogiando meu depoimento, na gloriosa sensação do silêncio respeitoso, ao contrário de outro professor, este sim um sociopata malévolo, vendo que eu precisava de ajuda para ser respeitado, e nada fazendo a meu favor – é um horror, no caminho da malícia, do Umbral, a dimensão dos que não têm noção de que são príncipes, filhos do Rei, num Deus que nos fez de forma única, de vontade livre. Aqui, os instrumentos musicais são tal maravilha, tal perfume, como no som musical de uma escoa de Balé perto de minha casa, numa música que perfuma a vizinhança, na maravilha que é Arte, aquilo que nos torna pessoas pensantes e benévolas, numa Arte que exige de nossa inteligência emocional, como um certo senhor, bruxinho, com uma inteligência emocional muito, muito grande, mas um senhor que tem lá suas amarras, com um certo problema de autoestima, achando-se uma cópia menor de outras pessoas criativas, o que é uma bobagem, naquelas pessoas amarradas que passam a Vida esperando pela próxima encarnação, quando que a vez e a hora são agora, meu irmão, remetendo a uma certa senhora, a qual perdeu muito tempo, sendo hoje tarde demais, pois esta senhora está senil, tomada pelo Mal de Alzheimer – da próxima, minha querida amiga, mostre desde de cedo a que veio! Este quadro é um exemplo de como temos que tirar o chapéu para o pincel de Bernardo Strozzi, com tecidos finos e vaporosos, o sonho dos designers de Moda, sempre em busca do tecido mais gentil e doce, na sensualidade do toque delicado, em ações delicadas, sutis, gentis, fazendo metáfora com os espíritos elevados, finos e educados, nunca recomendando violência, ao contrário das patetices humanas, como na guerra atual travada por Israel, muito ao contrário da hierarquia espiritual, a qual é irresistível, mas nunca imposta à força, ao contrário da hierarquia militar, dura, por vezes cruel, como tive certa vez a degradante experiência de alistar aos escoteiros, os quais impõem tudo à força, na brutalidade irracional, resultando em pessoas empedernidas, sem alma, mortas por dentro, no caminho da crueldade que sequela corações, remendo a um certo senhor escoteiro, um grosso brigão de marca maior. Aqui a figura angelical é sutil, leve, com suas asas de liberdade, na liberdade do espírito ir aonde quiser ir, na questão de Neo em Matrix, na escolha, na liberdade de escolha, liberdade esta desdenhadas pelos sistemas opressores, os quais querem manter o cidadão sob controle, na questão de que não importa se é Fascismo ou Comunismo – é tudo ditadura igual, meu irmão, havendo a ponderação de Keynnes, o caminho cordato do meio, da moderação, conciliando opostos, num Estado Mínimo, que interfira discretamente na Economia Liberal de Adam Smith, nos sonhos deste de uma Economia Global autorregulada. A beleza aqui é civilizatória, ao ponto de nos esquecermos que somos descendentes de primatas, numa face aqui tão angelical, humana, etérea, como na beleza esmagadora de uma Angelina Jolie, na vitória da beleza sobre a morte, na sobrevivência da mente ante o óbito carnal, numa vida que continua, no caminho da Eternidade, na noção dialética de que tudo é processo, como sensual farfalhar de folhas de árvores na brisa noturna, sempre respirando e evoluindo, transformando-se, como nas cidades, as quais estão em processo intermitente de transformação, com eu mal me localizando na Porto Alegre que conheci nos anos 1990. A angelical moça posa aqui como Michael Jackson na capa do superdisco Thrillher, no rei do Pop em seu trono.
Acima, Vanitas. Adoro senhoras arrumadas, aquelas mulheres que sabem que idade não é pretexto para parar de se arrumar, no caminho da autoestima, a qual não tem idade. A senhora se depara com o inevitável envelhecimento, numa época em que não havia tintura de cabelo, como já ouvi dizer de um certo senhor: “No homem, cabelo branco é sabedoria; na mulher, desleixo!”. É no instinto de preservação e conservação, em atos de autoestima como se perfumar, no marketing poderoso de Monroe, na diva dizendo em entrevista que dormia nua, com duas gotas de Chanel número 5, numa artista tão genial, ao ponto das pessoas crerem que ela era, de fato, tal loira burra, no boom mundial quando Madonna imitou a diva, em ironia de metalinguagem – deusa falando de deusa, no passar do tempo, no fato de que o novo sempre vem, como no impacto de uma Lady Gaga, um monstro repleto de atitude, de verve, de ousadia, de jovialidade, no poder transgressor da Arte, como no impacto do Modernismo Brasileiro, “sepultando” a Arte Acadêmica tradicional, como um certo senhor intelectual, cuja inteligência respeito amplamente, um senhor que diz ter dois olhos – um tradicional e outro progressista, como numa certa antiga socialite paulistana, a qual tinha duas salas de visitas, com uma tendo uma decoração tradicional e a outra com uma decoração modernista, e, dependendo de quem recebia em casa, recebia nesta ou naquela sala, como no impacto da pirâmide de vidro do Louvre, num contraste, ou como no Casarão dos Veronese de Otávio Rocha, Flores da Cunha, RS, o casarão construído pelo meu tataravô Felice Veronese, colono italiano, num restauro que juntou o tradicional casarão colonial de pedra com um teto moderno, arrojado. Os seios flácidos são a passagem do tempo, numa pessoa que tem que aceitar o envelhecimento, em mulheres obcecadas em não envelhecer, buscando cirurgiões plásticos, na grande moda do Botox, um recurso o qual, sinto em dizer, não fica natural, nas palavras de uma personagem de Meryl Streep: “Creio que, com a cirurgia plástica, a pessoa fica pior do que antes da cirurgia!”, nas “loucuras” as quais uma mulher pode fazer em nome da juventude eterna, na glória do Desencarne, quando rejuvenescemos e vivemos jovens, vibrantes, plenos de belos para sempre, como na finada querida Zila Turra, rainha da Festa da Uva de 1954, vivendo, hoje lá em cima, linda como no dia de sua coroação, na vitória de beleza sobre a morte, no poder avassalador da luz e da beleza, impondo-se. A senhora aqui tem status social, pois tem aias, como a senhora minha avó, a qual disse ter sua aia desde cedo na vida, uma senhora que disse que, ao se casar, sua própria vida virou um inferno, com tantos e tantos casamentos que não dão certo, como nos jovens casais de hoje em dia, aos quais creio que falta paciência, remetendo a uma certa senhora não fumante, a qual se casou um fumante, aturando por mais de meio século um marido tabagista, num cigarro que fica impregnado em tudo: hálito, pele, cabelo, roupas, casa e carro, no caminho da paciência, de muita paciência – não é perfeito, mas o amo! A pluma na cabeça é a delicadeza no trato, na educação, na polidez, no fino trato de uma pessoa que quer paz e concórdia, nunca enveredando pelo caminho da raiva, o caminho das guerras humanas, deixando seus cruéis traços de destruição e fome, arrancando pessoas de suas casas, em complexos napoleônicos de conquistar o Mundo, num insano Trump querendo anexar o Canadá, no caminho da ignorância e da grosseria, no modo como o Ser Humano é equivocado, enveredando pelo caminho da raiva. O espelho é tal símbolo de feminilidade, de beleza, na beleza de um céu estrelado, na imensidão cósmica: quando olho para o céu estrelado, não vejo as estrelas, mas o passado das estrelas, como elas há anos, décadas, séculos ou milênios trás, no incessante galgar humano por conhecimento. Aqui é como a longeva Elizabeth I, envelhecendo, numa inevitabilidade.
Acima, Vocação de São Mateus. Aqui é o estilo barroco de contraste entre claro e escuro, numa luz que entra numa sala escura. Na mesa, uma negociação, como no lema de um personagem judeu no televisivo Escolinha do Professor Raimundo: “Fazemos qualquer negócio!”. É o apego humano à falta de apuro moral, como um certo senhor, o qual me enganou, e a vida é um inferno para os maliciosos, que carecem de tal apuro, num senhor que acabou deletando a si mesmo, desprezando a si mesmo, havendo a honestidade e a lisura dos espírito desencarnados no Céu, um plano no qual ninguém quer ludibriar, no amor fraternal, no qual respeito meu irmão, meu igual. Aqui é como uma viciosa mesa de pôquer, em dinheiro apostado, como em mundanos cassinos, sugando dinheiro do jogador, no modo como a casa sempre acaba ganhando: Ganhei dois mil dólares, mas gastei cinco mil! É como não é interessante a cidade de Las Vegas, no modo americano de ganhar dinheiro, na cultura protestante, na qual Deus quer que sejamos ricos, no bom nível de vida da classe média americana, no insano Trump dizendo em campanha que governaria estritamente em nome da classe média, sendo tolhido enormemente pelo grande Obama, o qual disse que um presidente tem que governar para todos. Aqui é como uma insana bolsa de valores, tensa, agressiva, ávida por dinheiro, na famosa estátua do touro de Wall Street, Nova York, na coragem das bolas no meio das pernas, numa atroz competitividade, com lobos devorando uns aos outros, numa mensagem anticristã: Devorai-vos uns aos outros! Discreto, o santo com sua auréola, no canto direito do quadro, contesta toda essa obsessão mundana, como na passagem furiosa de Jesus num mercado, punindo os obcecados por dinheiro, no modo como é triste e desolada a pessoa ganhadora da loteria, na prisão que o dinheiro pode ser, numa pessoa que se vê obrigada a investir, como comprar obras de Arte, o que é um bom investimento, no modo como dizem que Madonna é uma grande compradora de obras de Arte, na paixão do artista pela Arte, com uma mão lavando a outra, como num clipe da diva em que esta imitava obras de Arte de artistas surrealistas, num dos clipes mais caros da História da Indústria Fonográfica Mundial, no modo como fazer Arte pode sair caro, como nas deslumbrantes instalações da dupla Christo e Jeanne-Claude, numa grandiosidade de se tirar o chapéu, como na obraprima de Aldo Locatelli, que é a Igreja de São Pelegrino, em Caxias do Sul, no modo da Arte nos fazer “babar” mediante tal bravura. Podemos ouvir aqui o macharedo discutindo, num universo de homens, num mundo tão patriarcal, desde o cacique amazônico até o Papa, no modo universal de considerar a mulher um cidadão de segunda categoria, sempre tendo que ser respaldada e representada por um homem, no pai ao ver a menininha filha nascer: “Esta vou guardar debaixo de sete chaves e entregar pura e casta para o marido na Igreja!”, num indivíduo que sequer saiu da barriga da mãe e já está sendo soterrado pelos preconceitos do Mundo, no mito da Virgem, a mulher à qual foi negado ter sexualidade, fazendo metáfora com o sacrossanto metafísico, num lugar sem uma única felpa de poeira ou sujeira – é a glória! Aqui é o modo de certas pessoas em se aproveitar da ignorância das pessoas, arrancado dinheiro destas, numa má fé monumental, gigantesca, como uma amiga minha, a qual fica indignada ao ver pessoas ignorantes sendo ludibriadas, querendo defender tais pessoas humildes. Aqui é o gostoso pecadinho da avareza, num dinheiro embaixo do colchão, numa reserva, como Tio Patinhas em sua caixaforte, nadando no dinheiro, no modo como sempre temos que ter uma reserva, pois dinheiro é para necessidade, não para ser “rasgado”, como uma Whitney Houston sepultada toda enjoiada, como um faraó, em joias posteriormente retiradas do sepulcro, indo para museus. As vestes dos senhores aqui são nobres e pomposas, privilegiadas, no poder da moda e do estilo, numa forma de expressão, como cada época é dotada de um certo estilo, como nas calças bocas de sino, em ondas, vogues que ascendem e descendem.
Referências bibliográficas:
Bernardo Strozzi. Disponível em: <www.en.wikipedia.org>. Acesso em: 11 jun. 2025.
Bernardo Strozzi. Disponível em: <www.meisterdrucke.pt>. Acesso em: 11 jun. 2025.
Bernardo Strozzi. Disponível em: <www.pt.wikipedia.org>. Acesso em: 11 jun. 2025.





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