quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Chinneck é Chic (Parte 4 de 6)

 

 

Falo pela quarta vez sobre o artista britânico Alex Chinneck. Os textos e análises semióticas a seguir são inteiramente meus. Boa leitura!

 


Acima, Jaqueta direita e pulo de estrela. Aqui é um túnel, no túnel enigmático de 2001, num mistério de vida alienígena, na incessante busca humana por vida fora da Terra, algo ainda além de nossa compreensão, no conceito científico de que vida só pode existir com água e oxigênio, numa questão simples: Se pergunto ao peixe se há vida fora da água, o peixe dirá que não; dirá que fora da água não é possível respirar! Aqui é um emaranhado complexo, como num interior de formigueiro, com suas próprias regras instintivas, na figura da abelha rainha, responsável pela perpetuação da espécie, na questão da dignidade, de ser útil ao Mundo, em dignidades como as de realeza, num poder representativo, nas palavras de uma altiva e sábia senhora: “Nós somos representantes de algo!”. Aqui é uma ardilosa teia, na aranha em posição passiva, esperando por uma mosca desavisada e masoquista, em metáfora com o sociopata, que quer nos envolver em suas teias psíquicas traiçoeiras, em pessoas com uma energia dantesca, péssima, pessoas desprovidas de apuro moral, cuja aquisição é o sentido da vida, numa pessoa íntegra, que nunca se proporá a roubar, matar, estuprar etc., em pessoas honestas, que ganham a vida com trabalho, num caminho de construção patrimonial, deixando um legado a herdeiros, como uma certa senhora, a qual, ao falecer, deixou uma herança de joias finas, nas palavras do imortal Silvio Santos: “Do Mundo não se leva nada! Vamos sorrir e cantar!”. Aqui é um sistema complexo, como gerenciar sites como o Facebook, um site de tamanha serventia, num Face que, se usado com sabedoria e esperteza, pode se tornar uma ferramenta muito interessante, como divulgar um blog, surfando na Inteligência Artificial, a qual “adivinha” tópicos e assuntos que possam nos interessar, no futuro pessimista de Matrix, na IA que acabou pro escravizar o Ser Humano, na vitória, ao fim, da Humanidade, vencendo as máquinas, num Neo que deu sai vida para salvar o Ser Humano, no Mito da Caverna, que é o filósofo/intelectual nos libertando dos sinais auspiciosos projetados no interior da gruta, convidando-nos a sair da caverna e ver o Mundo de uma forma mais fria e objetiva, racional, em termos positivistas como “Ordem e Progresso”. Aqui é uma situação complicada e intrincada, exigindo paciência e delicado tato diplomático, em trabalhos de paz, sempre primando para saídas pacíficas de conflitos, remetendo a um certo senhor, o qual, definitivamente, carece de qualquer tato, indo pelo caminho da raiva, a qual é menor do que a paz, pois só a paz é terna, e todas as desavenças são inevitavelmente resolvidas no decorrer do tempo, no natural caminho do perdão, no pensamento de Jesus sepultando o termo “olho por olho, dente por dente”, no gostoso pecadinho capital da vingança, a qual pode ser ministrada, só que em doses discretas, como no filmão Uma Linda Mulher, na personagem de Julia se vingando de mulheres esnobes e arrogantes – quem não vai se apaixonar por Julia? São esses carismas arrebatadores que marcam para sempre a História do Cinema; já, outros atores, nem tanto, havendo uma hierarquia no panteão hollywoodiano, com astros de primeira grandeza, de segunda etc. Aqui é como um momento de explosão, como num artista explodindo inegavelmente, no boom fenomenal de Whitney Houston, alçada à condição não de estrela, mas de superestrela, sofrendo, assim, pressões enormes, caindo no mundo das drogas, as quais devastaram a voz da diva negra – ao ouvirmos o último trabalho de estúdio de WH, não sabemos dizer que foi um álbum gravado por esta, no horror das drogas que é destruir vidas, como um certo rapaz, o qual morreu em busca de crack, essa droga altamente destrutiva, um rapaz alto, jovem e bonito, do qual jamais me esquecerei, um rapaz o qual espero que esteja lá em cima, longe da droga, na questão brasileira: Apesar de descriminalizada, a droga ainda precisa ser vendida por meio de traficantes, pessoas de má fé que querem burlar a lei para obter dinheiro, num traficante o qual, ao desencarnar e olhar para vida moralmente miserável que levou na Terra, pedirá perdão a cada pessoa para a qual vendeu droga, num caminho de arrependimento e regeneração. Esta complexidade é a delicadeza da questão da terra no Brasil, remetendo à Serra Gaúcha, a qual é uma reforma agrária que deu certo.

 


Acima, Memórias de um vidente. Aqui remete a mim mesmo, precisando usar óculos desde criança, na revolução do vidro, fabricando algo tão banal hoje, que é a lente ocular, remetendo a tempos em que tal recurso não existia, como me dizia um oftalmopediatra: “Já imaginou viver na era dos faraós, sem lentes?”. O espelho é tal reflexão sobre si mesmo, num caminho de pensar sobre o sentido da vida. E o espelho aqui também pode ser a questão do narcisista, como muitas celebridades, eternamente dando uma entrevista, como uma certa senhora estrela certa vez, quando tive a oportunidade de sentar e jantar com ela, uma senhora a qual só sabia falar de si mesma, das fazes de sua vida, dos momentos de sua carreira etc., no desafio que é a humildade, que é parar de girar em torno do próprio umbigo, nas durezas da vida, remédios amargos que geram doces efeitos, no modo como a vida vai nos “lapidando” e fazendo de nós pessoas melhores, como um diamante bruto sendo lapidado para brilhar, na questão da pessoa ter os pés no chão – os humildes vão mais longe. São gênios como Chico Anysio, construindo uma carreira de encher o Brasil de orgulho por ter tido aqui tal gênio cômico, num amor pelo Brasil, pois os que não amam, sofrem, pois o amor e a amizade são o ouro da vida, e fora de tal laço de amizade não há salvação. Por que o Umbral é tão horrível? Porque lá não temos amigos, numa desolação terrível, como vagar pelas ruas de uma cidade deserta, como encarar um domingo de solidão, sem ver família ou amigos, como uma pessoa que vai se tornando um “lobo solitário”, passando sozinho seu próprio aniversário, ou passando sozinho uma virada de ano, sem ter uma viva alma amiga para abraçar – é um horror. No topo das duas lentes, temos adornos decorativos, como já ouvi dizer que as molduras no Louvre são um espetáculo à parte, numa metáfora que abro aqui: Quando a pintura é ruim, não há moldura que a salve; quando se tem uma postura comportamental má e fedorenta, não há perfume fino que salve. É como o sociopata, numa aparência boa que causa má impressão, como certa vez na Rua, quando vi um rapaz de tornozeleira eletrônica, um rapaz com uma aparência acima de qualquer respeita, na metáfora de Tolkien: O bandido tem uma aparência boa que causa uma sensação má; o homem bom tem uma aparência ruim que causa uma ótima sensação, na sabedoria popular de que as aparências enganam, como uma certa senhora famosa, a qual trouxe para o âmago de sua vida um rapaz sociopata, o qual tinha tal aparência impecável, numa senhora que aprendeu a duras penas que devemos saber enxergar dentro das pessoas, e não só fora. Aqui os dois espelhos são como banheiros para um casal, com cada um com sua pia e torneira, no modo como os relacionamentos amorosos são difíceis, não importando se são homo ou heterossexuais, num trabalho diário de reconquista, impedindo que o relacionamento esfrie, como uma certa senhora, a qual reconquista diariamente o marido, em questões simples, como um beijinho ou um carinho de forma geral, do tipo dizer: “Você é tão bonitinho de pijama!”, ou como o marido abraçar por trás a esposa que cozinha no fogão. Nesta obra, temos uma clássica simetria, ao contrário do Congresso de Niemeyer em Brasília, com os domos do Senado da Câmara Federal em posições opostas, entre côncavo e convexo, mas o Senado é menorzinho, e as torres ao fundo recuam um pouco para direção do Senado exatamente para conferir equilíbrio, num trabalho de racionalidade, de uma equação: Três pequenos equivalem a um grande, do tipo 3x é igual a y. Perguntamos aqui como Chinneck soube produzir tal impecável simetria, pois dois vidros iguais, ao serem quebrados, quebram-se de forma diferente, em agouros populares de que um espelho quebrado traz anos de azar, nessas “simpatias” que mulheres fazem para agarrar um homem para si, no caminho da passividade, que é absorver a atividade, na mulher que fica em tal posição passiva, atraindo o homem, na sedução de uma certa popstar, ou de Vera Fischer numa série de TV, dizendo ao amante: “Vem!”.

 


Acima, Nascimento, morte e crise de meia idade. Aqui remete às colunas tortuosas do Vaticano, numa sensualidade de processo em andamento, na sexy serpente, a qual, em algumas culturas, não é sinônimo de malícia ou mal, mas de  fertilidade e sensualidade, na misoginia do mito de Eva, que trouxe a desgraça Mundo, no modo como o patriarcado tolhe a sexualidade feminina, na castração do mito de Maria, a mulher sem fazer sexo, como na menininha recém nascida, no pai dizendo: “Esta vou guardar debaixo de sete chaves e entregar pura e casta ao marido na Igreja!”, no modo como a própria mulher pode ser misógina, nas palavras de uma certa moça: “Quero um namorado que seja mais alto do que eu!”, no homem eternamente acima da mulher, fazendo desta um cidadão de segunda categoria, como em certas culturas, numa mulher que só pode sair de casa mediante um papel assinado pelo marido, na mulher como uma moeda de troca, como na canção Woman in Chain, do Tears for Fears, na mulher vendida como um anima de carga. Aqui é uma força que sustenta, num pai sustentando um lar, na autoridade de pai de família, impondo ordem e respeito, deixando bem claro quem é que manda ali dentro, nas palavras de uma certa pessoa numa família: “Eu estou aqui trabalhando em prol da família – quero que vocês me tratem com mais respeito!”. É a dignificação do trabalho, do labor, nos barulhos diários de tal labor, em trabalho humildes, com o de gari, num gari responsável por deixar nossas ruas limpas e parecidas com as ruas impecáveis do Plano Superior, no qual não exista uma única partícula de poeira ou bactéria – é a glória, meu irmão! Aqui é um nó forte, na mão forte do colono italiano, calejado pelo labor árduo na roça, num labor de tal virilidade, como num majestoso quadro do pintor Pedro Weingärtner, no casal de colonos descansando um pouco do labor, no homem sentado e cansado e na mulher olhando para os calos de suas próprias mãos, como em ...E o vento levou, numa Scarlet que vai de menininha mimada a mulher forte, calejando suas mãos de moça fina para fazer o trabalho de colheita de algodão no Sul dos EUA, numa história que se passa nos horrores bélicos, os quais, em sua raiva, deixam traços de fome, arrancando pessoas de suas próprias casas, como em bombardeios cruéis, matando crianças, as quais nada têm a ver com os conflitos dos adultos, no modo como um homem de Tao JAMAIS recomendará violência, no caminho da civilidade e da humanidade, rechaçando a inclinação cruel do Ser Humano, como um Papa condenado conflitos ao redor do Mundo. Aqui é um árduo trabalho de edificação, de incorporação imobiliária, num trabalho de anos, construindo aos poucos, num trabalho de esforço e paciência, como um certo senhor digníssimo, já aposentado, o qual foi incorporador, respeitado pela comunidade, nessa capacidade de certos homens em se tornar grandes e importantes, remetendo a um certo senhor, o qual, na adolescência, achava que iria se tornar os mais postar de todos os tempos, num caminho de arrogância, um senhor que hoje é uma pessoa comum, em duras lições de humildade, um senhor o qual, no Ensino Médio, maltratava injustificavelmente um certo rapaz, o qual hoje é uma pessoa importante, nas reviravoltas maravilhosas da vida! Aqui é a universalidade de Engenharia, em pomposos templos construídos, como hoje em dia, na fálica competição mundial para ver qual país tem a torre mais alta do Mundo, na inevitável competitividade da Vida em Sociedade, quando alunos competem para ver quem tira as notas mais brilhantes, em alunos aplicado que enchem de razão e significado uma carreira doente, como eu próprio já fui professor de Inglês – dá gosto de se ver um aluno crescendo! As colunas são necessidades materiais, pois as construções metafísicas são feitas de pensamento, não de matéria, em estruturas de tamanho apuro arquitetônico, na função do bom arquiteto, que é nos deslumbrar com tamanho avanço civilizatório. As colunas são a garantia do Yang, do masculino, da força, na figura de Atlas, sustentando o Mundo nas costas, na dignidade da dedicação ao Mundo.

 


Acima, Num instante, jacaré. Aqui é em situações engraçadas, com pessoas sem perceber que suas respectivas braguilhas estão abertas, em freudianos atos falhos, inconscientes, como uma certa senhora, inocentemente responsável pela morte do próprio neto, sem dolo, sem intenção, uma senhora que já deve ter desencarnado, reencontrando-se lá em cima com o neto, vendo que ele está vivinho da silva, como outra certa senhora já desencarnada, a qual na Terra perdeu de forma brutal a própria netinha, reencontrando esta lá em cima – pronto, minha amiga, foi só um pesadelo! Podemos ouvir aqui o som do zíper, numa praticidade, no modo como nos anos 1990 houve uma moda retrô, com jeans só podendo ser abertos com vários botões, no modo como a praticidade sempre acaba falando mais alto, como nas tampas rosca de vinhos – não há o glamour tradicional da rolha de cortiça, mas é uma facilidade, tal qual abrir uma garrafa pet de água mineral, em povos práticos como os americanos, trazendo o conceito das simples caneca sem pires. Aqui é como uma cobra trocando de pele, como tirar a roupa para lavar esta, em renovações, releituras, como desencarnar e deixar para trás tal “pele”, tal corpo, tal encarnação, na glória dos desencarnados, que é viver livre de qualquer problema relativo ao corpo carnal, na metáfora do filme Elysium, no qual uma máquina era capaz de sanar toda e qualquer doença, fazendo da saúde o centro da vida, com tudo girando em torno de saúde, mental ou física, na dignidade dos médicos, como uma certa psiquiatra já desencarnada, uma mulher que levou uma vida nobre e produtiva, auxiliando os que tinham problemas espirituais, uma médica que voltou de cabeça erguida ao Plano Superior, em clima de missão cumprida, uma mulher que tinha autoestima, que se gostava e arrumava-se, na questão da pessoa gostar de si mesma, como sair de casa perfumado, pois uma das pessoas que mais devo amar é eu mesmo, na questão da pessoa ser amiga de si mesma, no glorioso conceito espírita de que ninguém está sozinho, na figura do anjo da guarda, que é um espírito amigo que quer sempre nos ver no bom caminho, alertando-nos, por exemplo, quando estamos perto de sociopatas malévolos, que são pessoas interessadas em nossa ruína – os sociopatas são minorias, porém estão entre nós. Aqui é como uma pintura descascando, numa erosão de milênios, como no Antigo Egito, com pirâmides que hoje são uma sombra da glória de quando foram erguidas, nos impérios que ascendem e descendem, nas vaidades humanas, como reger guerras, as quais são o caminho da infelicidade e da crueldade, da destruição, deixando cruéis rastros de fome, na capacidade humana em ser o mais cruel possível. Esta camada é uma proteção e um resguardo, no instinto da mãe em proteger o filho, num instinto entalhado por muitos milênios de evolução, no instinto da mulher em proteger a vulnerável cria, em homens “frágeis” como Woody Allen, no talento de “macho sensível”, um grande mestre da Sétima Arte, num estilo inconfundível, marcando a história de tal arte, um homem com uma mãe castradora, pois Freud explica, uma mãe que dizia que Woody teria que ter sido farmacêutico, e não diretor, uma senhora sem consciência de como seu filho foi longe profissionalmente. Aqui, nessa amostragem, nesta revelação, é como um provocante striptease, tirando a roupa num palco, remetendo a um divertido caso, de uma moça que conheci – de dia, uma pacata estudante da PUCRS; de noite, uma stripper numa casa de shows de Porto Alegre, ou seja, vida dupla, pessoas que não conseguem ter uma vida só, como um certo senhor, o qual tem duas famílias! Aqui, neste ato de se mostrar, faz metáfora com o trabalho do artista em expor, como no submundo dos filmes pornôs, pessoas que acham que não têm escolha e que têm que trabalhar em tal ramo. Aqui, a abertura revela uma luz, uma esperançosa luz no fim do túnel, como no programa televisivo Portas da Esperança, em sonhos sendo atendidos, nesse legado de Silvio Santos, um dos maiores homens da História do Brasil.

 


Acima, Pop Art efervescente. A Pop Art é este maravilhoso casamento entre arte cultura de massa, em esteiras industriais, expondo o desejo do artista em se vender de alguma forma – eu não estou dizendo que você não pode se vender; só estou dizendo que, se for para se vender, que seja com fatos e não com mentiras, remetendo a um certo senhor de má fé, o qual quis se vender com mentiras, agredindo, desta forma, a inteligência dos outros, no caminho da mentira, que é enganar, numa mãe dura, ensinando desde cedo à criança que esta não pode mentir, nas palavras de uma certa mãe: “A mentira tem pernas curtas!”, ou seja, só a verdade é eterna e duradoura, nobre, em metáfora com uma mesa eu tenho, uma mesa de madeira nobre, a qual, em mais de quatro décadas de vida, não um único foco de cupim, na função da joias, que é nos transmitir tal eternidade, mas é só metáfora, pois as joias são a ilusão da matéria, e tudo de material acaba se danando, na máxima espírita: Pensamento é tudo, matéria é nada, fazendo do Mundo Material tal ilusão, no modo como somos escravos da sociedade de consumo: Tenho que trabalhar feito um “escravo” para produzir capital e, assim, adquirir bens cobiçados de consumo, como um celular, uma TV, um computador, um perfume fino etc., na metáfora de Matrix, que é um indivíduo escravo de um sistema insano e sem sentido. Este nó é nas estratégias da dialética, que é usar a ironia de Yin e Yang para confundir o opositor, no modo como tudo traz em si sua própria contradição, no senso de humor de Deus, na figura do palhaço, cuja função é fazer com que riamos de nós mesmos, em palhaços fabulosos como Rowan Atkinson, num Mr. Bean o mais antiético possível, na fraqueza da conduta humana, nos versos de uma antiga canção em Hollywood: “Faça-os rir! Faça-os rir!”, na infelicidade de um comediante que não arranca risos da plateia, em gênios teatrais como Ilana Kaplan, numa peça em que espectador tem apenas duas diretrizes – sentar e rir, fazendo do senso de humor algo tão peculiarmente humano. A latinha aqui está descartada, no feliz modo como no Brasil 100% das latas de alumínio são reciclados, fazendo do alumínio um elemento químico que pode ser reciclado inúmeras vezes, sem perder a integridade, na era dos containeres de lixo seco, algo tão inimaginado no passado, com tudo indo junto no caminhão de lixo, nas responsabilidades de prefeito, que é deixar a cidade limpa e sanada, nos pesos de responsabilidades de uma “coroa”, em figuras transgressoras e transcendentais como Diana, tornando-se algo mais do que realeza, numa Inglaterra em que ninguém pode ser mais do que realeza, nesses carismas mágicos, numa morte trágica, pois, infelizmente acidentes automobilísticos não são extremamente raros. Aqui é o nó que a sociedade de consumo quer dar em nossas cabeças, tentando nos convencer que não podemos viver sem tais produtos, nos esforços de vendas, dizendo-nos que tal produto vai resolver todos os nossos problemas, como me disse uma certa dentista, dizendo que os enxaguatórios bucais, vendidos em farmácia e supermercados, pouco auxiliam na saúde bucal, produtos os quais, no máximo, apenas nos deixam com um gostinho com na boca, ou seja, mera perfumaria, sem combater de fato a placa bacteriana. Aqui é o ato de comprimir as latinhas para o processo de reciclagem, num processamento industrial, na Art Pop da esteira de produção industrial, nessas ondas, nessas vogues poderosas, nessas modas avassaladoras, numa poderosa Gisele, ditando, há mais de década, paradigma capilar feminino, com os cabelos ondulados da diva das passarelas, uma Gisele humilde que sabe que, se parar de produzir, virará “peça de museu”, na capacidade da pessoa de Tao, que é conquistar sem ninguém perceber, num Tao que nos faz brilhar. Aqui é um forte aperto de mão, num trato entre dois cavalheiros, na honestidade no fio do bigode, no tato da conversa e da diplomacia, no papel de dignidade de um diplomata, que é representar todo um povo.

 


Acima, Primavera no seu passo. Aqui remete a uma memorável instalação perene na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, com cobras saindo de buracos na parede, em algo implacável e avassalador, na avassaladora beleza, na vitória da beleza, na Terra da Estrela da Manhã, a terra belíssima que nos espera, na vitória da luz, como na iluminada Galadirel de Tolkien, bela, fria, numa água gelada que acaba por limpar profundamente, em remédios amargos que geram doces efeitos, como nas inevitáveis vicissitudes da vida, nas crises que acabam por serem positivas, pois as crises fazem com que cresçamos, como me disse uma excelente psicóloga, aquelas pessoas que aprendemos a respeitar profundamente. Aqui é uma escada que vai se colapsando, indo a lugar nenhum, na busca do indivíduo em servir o Mundo de alguma forma, no caminho do encontrar a si mesmo, como vi certa vez na Rua um rapaz que vendia obras de arte feitas com latas de alumínio, uma sensibilidade e uma criatividade ignoradas por um Mundo tão frio e difícil, indiferente, como em artistas de Rua em semáforos, pessoas que não estão mendigando, mas trabalhando, remetendo ao morador de Rua, uma pessoa que quer, com todas as suas forças, fugir da luta pela vida, propondo-se, assim, a dormir numa calçada dura e úmida – é um horror, numa completa falta de autoestima, a qual é visceral para uma pessoa, como no Plano Superior, no qual temos o cabelo exatamente do jeitinho que queremos, num lugar onde amamos ser nós mesmos. Aqui é como uma estrutura de DNA, no código genético, nos avanços científicos em detectar paternidade, como na detecção do esperma de Bill Clinton no infame vestido azul de Monica Lewinsky, um episódio que “sepultou” tal homem, um episódio que expôs a mentira de tal homem, o qual negara ter feito sexo com a moça, uma moça a qual, convenhamos, não tinha lá muita autoestima, pois se é para ser a em segundo lugar, a mera amante, é melhor então ficar solteira, no caminho da pessoa respeitar a si mesma. Aqui são com lombrigas, verminoses, como no infernal Presídio Central de Porto Alegre, no qual todos os detentos têm verminose, no modo social de punir os que faltam com o apuro moral, fazendo do presídio qualquer coisa, menos um lar, e a vida sem um lar é uma merda, com o perdão do termo chulo. Aqui é um processo que vai se desenrolando, como num mistério num romance policial, com o assassino sendo desmascarado, nesses gênios como Agatha Christie, mexendo com a inteligência do leitor, distribuindo pistas falsas, numa escritora tão divertida, vendendo mais livros do que muitos homens vendem, na tolice que é a misoginia, que é considerar a mulher um ser desprezível, num Vaticano que só pode ser regido por homens. Aqui é uma desvinculação e uma libertação, como passar de ano no colégio, no glorioso último dia de aula, brincando, abraçando as doces férias de verão, na magia doce dos verões, doce como canela, em brincadeiras com os amigos, os quais são o ouro da vida, e a vida não é infernal sem amigos? Aqui é como uma fita de pacote de presente sendo aberta, violada, em papéis avidamente rasgados pelas crianças na mágica noite de Natal, remetendo aos Natais que eu passava com meus avós em Porto Alegre, nos divertidos amigos secretos entre as pessoas da família, mas uma época que infelizmente passou, nesse talento de patriarca ou matriarca, que é manter a família unida. Aqui é como na libertação do desencarne, num alívio, como recentemente no velório de uma certa pessoa, velório no qual se respirava um ar de alívio, pois era uma pessoa que estava sofrendo muito. Aqui é como um grupo desmantelado, como na boyband N’Sync, na qual tudo era carregado nas costas de Justin Timberlake, pois apenas este soube de fato ter uma carreira solo após tal dissolução, nesses talentos que nos deixam perplexos, como na técnica perfeita dos artistas do Cirque Du Soleil, na vitória do talento e da dignidade de artista. Aqui são como tranças desfeitas, libertadas, como entrar no banho e desfazer tal penteado.

 

Referências bibliográficas:

 

Alex Chinneck. Disponível em: <www.en.wikipedia.org>. Acesso em: 15 jul. 2026.

Home. Disponível em: <www.alexchinneck.com>. Acesso em: 15 jul. 2026.

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